domingo, 16 de outubro de 2016

Teste de memória com o MemTest86

Memtest86 aos 34 minutos: — “Pass complete, no errors, press Esc to exit”

A sequência de problemas maiores ou menores com uma atualização do Debian testing “Stretch”, com a configuração de Temas da área de trabalho do KDE Neon 5.8, e com o instalador do Kubuntu 16.10 Beta2 não era de estranhar, afinal são 3 “distribuições” Linux com maior ou menor grau de “experimentalismo”.

Debian 8.6 KDE ainda padece da inviabilidade de navegar e compartilhar “Páginas” do Facebook, no Chromium, — o que é um caso quase “único”, em “sistemas” instalados (se esquecermos o antigo Windows XP, já sem atualizações), — mas até isso talvez possa ser “explicado”, embora pelo motivo inverso: — Falta de “atualidade” para enfrentar a torrente ensandecida de “novidades” do Facebook para disparar “eventos” no computador do usuário. Fato é que tanto o Firefox quanto o Chromium já deram mostras de precariedade para isso, tanto em Live Debian 8.3 KDE quando em Live Debian 8.4 KDE + non-free.

A variedade de falhas do Shutter, KDE Spectacle e Gnome-Screenshot também não é de causar espanto. Embora concentradas nos últimos meses, só parecem multiplicar-se porque nesse período a observação foi minuciosamente documentada, — e de qualquer modo, envolvem principalmente situações um tanto fora do padrão, como o uso do Shutter no Cinnamon, ou em uma sessão Live USB de um KDE Neon ainda “saindo do forno”, além do “gnome-screenshot” em Live Kubuntu 16.10, com KDE 5.7.5 e Kernel 4.8.

Mas a velha e boa paranoia começou a abrir o bico, mesmo, foi quando o já quase estável Kubuntu 16.04 LTS rejeitou eliminar ou alterar a posição do KRename como candidato a abrir “Pasta” (Directory), em “Configurações do sistema → Aplicativos → Associação de arquivos”.

Nada muito dramático, — duvido que o problema não desapareça, com uma “Remoção completa” do KRename, incluindo configurações etc, — mas seria chato continuar observando e registrando comportamentos de software, sem absoluta certeza de não-interferência de alguma falha no hardware.

  • (*) Não, a “remoção completa” não resolveu. Ao remover o KRename, o Dolphin voltou a ficar no topo da lista para abrir “Pasta” (Directory). Ao reinstalar o KRename, felizmente ele se colocou em segundo lugar, abaixo do Dolphin. Mas continua sem sucesso qualquer tentativa de levar o KRename para a quarta posição, por exemplo [21 Out. 2016].

Foi rodado, então, o Memtest86, que vem com a instalação da maioria das “distribuições” Linux, — para ser usado antes de carregá-las, — a partir do “Menu de inicialização” (Grub).

Neste caso, foi usada a versão 5.1, que veio com o Kubuntu 16.04 LTS, — uma vez que no momento o Grub é comandado por ele, — porém já está disponível a versão 7.1 Free Edition, no site da PassMark.

Basta escolher o arquivo para CD ou Pendrive, baixar, descomprimir e gerar a mídia “bootável”, — para rodar antes de carregar o sistema operacional.

O pacote é o mesmo para Linux / MAC ou para Windows, — a diferença está na compressão (tar.gz ou zip) e no método de instalação.

Memtest86 após 1 hora e 34 minutos: — Ainda nenhum erro

Sem conhecimento anterior do Memtest86, foi consultado o livro “Hardware: o guia definitivo”, de Carlos E. Morimoto (2007), p. 309-315, que aborda o assunto de modo didático, bem detalhado e claro.

Refere-se a uma versão mais antiga do Memtest86, — os “prints” (provavelmente reaproveitados) ainda são da versão 1.2, embora o Kurumin 7.0r3, naquele mesmo ano, já incluísse a versão 3.2, — mas foi leitura esclarecedora, mesmo assim.

Descreve em detalhe os 9 testes existentes na versão de 2007, — cujo nº 9 corresponde ao atual nº 11:

«Teste 9 (Bit fade test, 90 min., 2 patterns): Este é um teste final, que permite detectar erros raros relacionados com os circuitos de refresh, ou soft-erros causados por fatores diversos, que alterem os dados armazenados.

«No teste, todos os endereços são preenchidos usando uma sequência de valores pre-definidos. O programa aguarda 90 minutos e verifica os dados gravados anteriormente. (…)

«Em seguida, a mesma sequência é gravada novamente, mas desta vez com os dígitos invertidos (…). O programa aguarda mais 90 minutos e checa novamente.

«Esse teste demora mais de 3 horas, por isso não é executado automaticamente junto com os outros 8. Pense nele como um último refúgio para os paranoicos [grifo Byteria].

«Para executá-lo, precione “C”, depois “1” (Test selection) e em seguida “3” (Select test). Na opção “Test number [1-9]” pressione “9” e em seguida “0” (Continue)».

Desde o atual Teste nº 6, — antigo Teste 4: — “Moving inversions, random pattern”, o Memtest86 já apresentou na tela a mensagem: — “Pass complete, no errors, press Esc to exit”, — aparente sinal de que não havia necessidade de prosseguir.

Como ainda havia o que fazer (fora do computador), o Memtest86 foi deixado em atividade por mais outra hora, — sendo encerrado apenas quando já durava 1 hora 47 minutos, — ainda com o placar de zero erros.

Naturalmente, o Teste nº 11 ainda poderá ser feito em outra ocasião, — de preferência, de um dia para o outro. Sem fotógrafo.

** SEGUE **


A relatar — levantar prints / fotos, duração etc.:

→ Download, gravação K3b → CD, e teste com Memtest86 v7.1 Free Edition.

→ Novo teste com Memtest86 v5.1 para levantamento exato das várias etapas.

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.


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