Sobre o blog Byteria

Anotações da configuração da BIOS de um antigo “486”, anos após 2 ou 3 upgrades para “Pentium” (I ou II)

O blog ”Byteria” não é feito para ensinar, —

É um desenvolvimento do velho e bom “Caderno de anotações”, — iniciado em Fev. 2006, e hoje nas últimas páginas do 3º caderno, — para lembrar as configurações que vão sendo feitas, os caminhos seguidos, burradas e acertos etc.

Um modo de fixar o que vai sendo aprendido, ao longo do tempo. — Já ocorreu de pedir socorro ao Google, e depois, acabar encontrando a solução… aqui mesmo, em uma antiga postagem.

Até o momento (Jan. 2017), parece improvável que o blog “Byteria” consiga substituir o velho e bom “Caderno de anotações”.

Há momentos em que não há como acessar anotaçõs em TXT, ODT, PDF, guardadas no disco rígido, — assim como há momentos em que não é possível pesquisar na internet.

Se bem que, agora, qualquer smartphone permita consultar “anotações” guardadas no “Byteria”, isso também pode tropeçar, — por falha do provedor, da operadora, ou bateria descarregada, — de modo que o bom e velho “Caderno de anotações” continua fundamental.

Mas ele tem limitações:

  • É muito chato escrever à mão
  • É essencialmente “linear” (linha do tempo rígida)
  • Não tem busca por Ctrl-F
  • Não tem Edição, Ctrl-C / Ctrl-V etc.
  • Não insere horas e minutos automaticamente
  • Não tem figurinhas
  • E, principalmente, — não impõe a obrigação de examinar (e pesquisar), para conferir se o “achômetro” inicial faz sentido, — e corrigir. Foi isso que fez o conhecimento avançar, em 2016, como nunca nos 10 anos anteriores

Tente localizar todas as ocorrências da string “Cinnamon”

Para remediar, restam alguns recursos, — como dobrar uma “orelha” nas páginas onde começa a instalação de um novo Linux, ou assinalar em vermelho a instalação de novos aplicativos, para lembrar nas próximas instalações, — mas não vai muito além disso.

Já o “Byteria”, — com ajuda de milhares de PrintScreen, fotos, respostas de comandos salvos > arquivo.TXT etc., — permite examinar uma série de observações, em momentos diferentes, e estruturar uma massa de informações que, — se nem sempre significam “compreensão” imediata, — podem servir de base para entender certas coisas, mais tarde.

Isso, — mais os recentes acréscimos do Psensor, Conky, Monitor do sistema, smartphone com fotos em maior resolução, melhores ferramentas de captura de tela, e abertura de espaço para mais 2 Linux, — fez com que tenha aprendido muito mais, em 2016, do que em todos os anos anteriores.

A simples instalação de 2 ou mais Linux, — cheguei a ter uns 3 ou 4 ao mesmo tempo, por poucos dias, em 2009, — por si só, não ajudava a aprender ou entender muita coisa.

Pelo contrário, — no começo, aumentava a confusão. — Só começou a ser útil na medida em que virou hábito ter apenas 2 Linux, — sem mudanças constantes, e de preferência semelhantes, — Kubuntu e Debian KDE, ou Kubuntu e Linux Mint, ou mesmo 2 Kubuntu (64bit e 32bit).

Por segurança, — para não “ter de” reinstalar às pressas, em caso de desastre, — foi investido cada vez mais tempo no Linux “alternativo”, de modo que pudesse ser útil na(maior parte da)s tarefas cotidianas. Mas mesmo isso, não representou um grande aprendizado.

O que de fato acelerou o aprendizado, em meados de 2015, foi ter 2 Kubuntu 14.04 absolutamente “iguais”, — exceto por serem 64bit e 32bit, — e começar a aplicar no “alternativo” todas as mesmas configurações do “principal”, — muitas das quais (apesar das anotações) já nem lembrava exatamente como tinha feito.

Isso estimulou certa “sistematização”, que nunca havia tentado antes, entre 2 Linux “diferentes”, — e que a partir de Janeiro de 2016 começou a ser experimentado entre o Kubuntu 14.04 e o Linux Mint 17.3 Cinnamon.

O resultado foi o primeiro conhecimento “concreto” do significado de “ambiente gráfico” (desktop environment), — e o maior aprendizado de KDE, de todo esse tempo, desde a instalação do Kurumin, em 2007.

Quem não sou


Informática não é minha área.

Ignoro absolutamente (quase) tudo sobre hardware, software, programação, — ou mecânica, eletrônica, hidráulica etc., — mas é necessário aprender a lidar com tudo isso.

Embora goste muito de computadores e engenhocas, não leio “tudo” sobre eles, não acompanho as novidades; — não compro, nem faço upgrade, com muita frequência.

Depois de apanhar pra burro, do Apple II+, CP/M, dBase, PC-XT, MS-DOS, DR-DOS, Windows e mais uma selva de tropeços conexos, tudo isso se tornou, — acima de tudo, — ferramenta para trabalhar, pesquisar (outros assuntos), manter comunicação com o mundo e, claro, me divertir.

Portanto, o blog “Byteria” não visa “ensinar”, — muito menos, “ensinar tudo”, — mas, apenas, estruturar um pouco do que vou aprendendo entre os bits e bytes.

“Cuidado! … o terceiro degrau da escada está quebrado”


Fiel ao princípio de que “só um tolo mente ao seu médico”, não faz sentido maquiar registros feitos para identificar os erros e aprender o modo correto, — ao contrário do “palestrante profissional”, que precisa ir direto ao ponto, limitar-se ao foco para não dispersar a atenção, — e omitir cabeçadas, para não prejudicar a confiança que deve inspirar.

Já fiz muitas coisas e já corrigi muitos erros que, 2 anos depois, não sabia mais como, — até porque isso não é o foco do dia-a-dia.

Enfim, tão importante quanto anotar a resposta, — ou mais, — são os caminhos que levam a ela.

Até porque, da próxima vez, a resposta pode ser outra, — mas não, necessariamente, o método de observação, separação das variáveis, e teste das hipóteses.

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Página (fixa) publicada em 21 Ago. 2016.
• Atualizado em 6 ~ 10 Jan. 2017.

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