quarta-feira, 15 de março de 2017

Montagem automática de partições adicionais em distros Linux

Antergos uptime 1min2 0seg, com 25 partições adicionais montadas automaticamente

A montagem automática das partições “adicionais”, — aquelas que não fazem parte de cada “sistema”, — foi um dos fatores a retardar o relato da instalação e configuração do Antergos, em 3 Mar. 2017.

Com todas as Capturas de tela centralizadas na partição “XTudo”, a boa ordem dos trabalhos exige que essa partição esteja montada desde o momento em que o sistema é carregado, — para registrar o tempo de carregamento (uptime), o uso inicial da Memória RAM, e vários outros indicadores exibidos no Conky.

Dolphin também já deve estar aberto, — com as pastas Print-Screen, Fotos, Byteria, Antergos etc., em várias abas, — para não perder tempo arrumando tudo de novo, a cada Boot / Restart.

Enfim, para o ambiente de trabalho estar realmente pronto para tudo, as partições “Sites”, “Works”, “Armazem1” também devem estar montadas, — assim como as partições “/home” e “/” dos demais sistemas.

  • Essa arrumação prévia do “escritório” é mantida pelas “Configurações do sistema (KDE) → Inicialização e desligamento → Sessão do desktop → Restaurar a sessão salva manualmente”.
  • Feita essa configuração, surge no Menu K a opção “Desligar / Sessão → Salvar sessão”.

Em suma, é necessário que umas 25 partições sejam automaticamente montadas durante o carregamento do sistema, — o que é simples e fácil de obter no Kubuntu, no Linux Mint KDE, no KDE Neon, — mas apresenta discrepâncias em outras distribuições Linux.

Roteiro


Este relato começou a ser organizado em 15 Mar. 2015 (publicação inicial), — com as discrepâncias entre o Antergos e o Manjaro, — embora ambos baseados no Arch Linux.

Desde então, este relato vem sendo alterado seguidas vezes, para incluir ajustes e descobertas nos demais sistemas (em especial os “novos”, instalados desde Janeiro).

Por isso, a estrutura (ainda) não é muito “lógica”, — não foi planejada, — e contém várias repetições e redundâncias.

9 Mai. 2017 - Neste momento, todas as distribuições Linux recém-conhecidas já foram colocadas “na linha”. Apenas o Debian, — que venho tentando usar desde 2009, — ainda não foi “padronizado”.

O relato se compõe dos seguintes resumos, — com links para mais detalhes de cada caso:

  • Manjaro
  • Antergos
  • Udisks2
  • Polkit-1
  • Antecedentes
  • Linux Mint 17.3 Cinnamon
  • Debian (I)
  • Em marcha
  • openSUSE
  • Fedora
  • Sabayon
  • Mageia
  • Debian (II)
  • Arch Linux
  • Observações

Manjaro


Montagem automática de partições “adicionais” pelas Configurações de sistema do Manjaro KDE

Essa montagem automática não apresentou problema algum no Manjaro (1º Jan. 2017), — a primeira das distribuições Linux que ainda não conhecia, experimentadas a partir deste ano. — Bastou marcar as partições “adicionais” nas Configurações do sistema (KDE), e desde então, elas são automaticamente montadas no início de cada sessão:

Menu (KDE) → System settings → Removable devices

Nesse aspecto, o Manjaro se comportou exatamente como as distribuições que já conhecia, — o Kubuntu, o KDE Neon e o Linux Mint KDE, — nos quais, basta isso, para obter a montagem automática.

Antergos


Embora baseado no Arch, — tal como o Manjaro, — o Antergos apresentou outro comportamento, e exigiu destrinchar algumas coisas nas entranhas do Linux.

Udisks2


Uso do daemon udisks2 na montagem automática de partições “adicionais”

Por trás dessa configuração feita pelo KDE, “trabalha” o daemon udisks2, — o mesmo utilizado pelo Dolphin, por exemplo, para montar uma partição “sob demanda” (ao clicar nela, pelo Dolphin).

Por isso, o caminho (path) para ou “ponto de montagem” das partições é igual nos 2 casos, — e pode ser alterado por algumas regras em “/etc/udev/rules.d/”:

/etc/udev/rules.d/99-udisks2.rules


# UDISKS_FILESYSTEM_SHARED
# ==1: mount filesystem to a shared directory (/media/VolumeName)
# ==0: mount filesystem to a private directory (/run/media/$USER/VolumeName)
# See udisks(8)
ENV{ID_FS_USAGE}=="filesystem|other|crypto", ENV{UDISKS_FILESYSTEM_SHARED}="1"

Polkit


Criação do arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” no Antergos

Acontece que, no Antergos, ao clicar na barra lateral do Dolphin para montar uma partição, ele solicita a senha de Root, — coisa que não é natural durante o carregamento do sistema, — e a sessão fica pendente de ação manual (cliques + senha de Root), antes que o ambiente esteja realmente pronto para o trabalho.

Ao procurar ajuda, em casos assim, é muito comum receber a sugestão de editar o arquivo “/etc/fstab”, — e acrescentar nele 1 linha para cada partição “adicional” que você queira montar automaticamente no início da sessão.

Embora não goste dessa alternativa, já recorri a ela, — de preferência, usando o “Discos” (gnome-disk-manager), ou o “Gerenciador de discos” do Debian, como “interfaces gráficas”. — Você efetua “escolhas”, e eles geram as linhas necessárias no “/etc/fstab”, sem errinhos bobos de digitação.

••• VerAntecedentes”, adiante.

Por comodismo, tentei, — mas não encontrei esses aplicativos (nem qualquer similar) no Menu do Antergos, nem nos seus repositórios. — Ou, se encontrei, não consegui perceber, ou ter certeza. Na “família” Arch, sou estranho em terra estranha.

Sem entender absolutamente nada desse emaranhado de sutilezas que é a estrutura de um Linux, — e por isso, dando apenas 1 passo de cada vez, para sondar o terreno, — acabei por testar uma alteração de “política”, que já havia resolvido um problema semelhante no Fedora.

••• VerEm marcha”, adiante.

Em resumo, tratava-se de criar o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules”, e colar nele o conteúdo sugerido, — para habilitar a montagem de partições sem a exigência da senha de Root:

// Allow udisks2 to mount devices without authentication
polkit.addRule(function(action, subject) {
if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

Sequência repetida a posteriori, para conferir como foi criado o arquivo “99-udisks2.rules

Na falta de um recurso tipo “Dolphin como Root”, foi seguida a sequência:

su
cd /etc/polkit-1/rules.d
kate
[copy & paste]
save as
99-udisks2.rules

Um pouco mais à vontade com comandos em tela preta, seria mais simples apenas copiar aquele arquivo do Fedora, e colar na devida pasta de sistema do Antergos.

Feito isso, a montagem automática passou a ser feita sem necessidade de 20 ou 25 linhas adicionais no arquivo “/etc/fstab”.

O Antergos foi instalado em 3 Mar. 2017, e a solução definitiva foi obtida em 15 Mar., — demora pequena (no meio de outras atividades diárias), graças ao aprendizado anterior no Fedora.

Antecedentes


Sistemas Linux experimentados nos primeiros 8 anos

Instalar e usar um sistema Linux “facilitado” para iniciantes, — como o Kubuntu, — exige pouco aprendizado.

Até o início de 2016, — embora usando Linux desde 2007, — havia aprendido o mínimo. Acessar e gravar nas partições “E:\” e “F:\” do Windows era tudo quanto bastava, — não importando se o Dolphin as apresentava pelo triste nome de “Volume de 178 GB”, pois eram poucas; dava para identificar. As partições nem tinham rótulos (label), e ignoro como eram os pontos de montagem.

O fato daquelas partições usarem sistema de arquivos Fat32, — sem manhas de “proprietário” ou “permissões”, — pode ter facilitado seu uso simplificado, dispensando maior estudo.

A mera instalação / configuração de 1 novo Kubuntu LTS a cada 2 anos tampouco estimulava maior aprofundamento, — bastava recuperar as funcionalidades habituais (ou substituir alguma que desaparecia). — Manter o velho Windows também facilitava a acomodação.

Encontrava pouco tempo para dedicar ao “segundo” Linux, — não lembro, sequer, como fiz para obter (se é que obtive) a montagem automática de partições “adicionais” em antigas instalações do Debian e do Linux Mint. — Claro, existem cadernos com anotações, mas além de não oferecerem “CTRL-F”, só registram algumas soluções que pareciam mais valiosas. O que foi fácil ou não foi conseguido, não ficou anotado. E o que demorava a ser conseguido, só era anotado depois que o histórico de tentativas já estava esquecido.

Apenas a partir de Mar. 2015, com a instalação de um segundo Kubuntu, — “igual” ao primeiro, exceto por ser 32-bit, ao invés de 64-bit, — as configurações começaram a ser sistematizadas, com registros mais completos e detalhados.

A bem dizer, 99% do pouco que sei foi aprendido nesses últimos 12 ou 14 meses, “brincando” de instalar 2, depois 4, e agora 11 sistemas “em paralelo” (multiboot), — com o propósito firme de substituir todas as tarefas ainda dependentes do Windows, — e procurando registrar com detalhes, aqui no Byteria, em postagens um pouco mais estruturadas.

Portanto, os “antecedentes” (abaixo) são meras observações, — com algumas “receitas” práticas, que podem não ser as mais indicadas. — Mero registro, acompanhando um aprendizado ainda bastante precário.

Estudar a estrutura completa do Linux, — caminho para de fato conhecê-lo, — ainda é coisa para o futuro.

Mint Cinnamon


Comandos adotados para montagem automática de partições no antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon

Acostumado unicamente ao KDE (Kubuntu), a montagem automática de partições “adicionais” foi particularmente espinhosa no Linux Mint 17.3 Cinnamon (Jan./Fev. 2016), — cujo “Discos” (gnome-disk-utility) escrevia o “/etc/fstab” com vistas a um recurso do x-gvfs-show ainda indisponível (util-linux 2.20).

Disposto a evitar o “/etc/fstab”, — e em especial, evitar escrevê-lo “manualmente”, — a solução adotada acabou sendo a inserção manual de comandos udisks em “Menu → Preferências → Aplicativos de sessão (gnome-session-properties) → Adicionar → Comando personalizado”:

udisksctl mount --block-device /dev/disk/by-uuid/<uuid>

Debian (I)


Edição do arquivo “/etc/fstab” pelo Gerenciador de discos.(Disk Manager 1.1.1)

O registro detalhado da pesquisa para a montagem automática de partições “adicionais” no Linux Mint 17.3 Cinnamon acabou facilitando a escolha da solução adotada no Debian testing “Stretch”, poucos meses depois, em Jun. 2016.

Embora resistisse ao uso do arquivo “/etc/fstab”, o “Gerenciador de discos” (Disk Manager 1.1.1) se mostrou tão eficiente e prático para editá-lo, que a pesquisa parou ali mesmo, — sem chegar à “polkit”, por exemplo, que por isso, nem sei como funciona (ou se funciona) no Debian.

Em resumo, o “Gerenciador de discos” permite, facilmente, habilitar a montagem automática de partições escolhidas, — além de editar o caminho (path) ou ponto de montagem, e mais alguns parâmetros básicos.

Um parâmetro inicialmente adotado para a montagem da partição “F:\” (Fat32), — verificar o sistema de arquivos a cada 30 sessões, — acabou resultando numa demora de mais de 1 minuto, no carregamento de todas as sessões do Debian, caso tivesse passado, antes, pelo Linux Mint 17.3 Cinnamon.

O mais provável é que o Linux Mint 17.3 guardasse alguma configuração (manual) heterodoxa, feita para compatibilizar com o “relógio de sistema” do antigo Windows XP (eliminado desde Abril 2016), — e isso deixava na partição uma “data de acesso” situada no futuro (do ponto de vista do Debian).

Infelizmente, esse Gerenciador de discos não tem sido encontrado nos repositórios de outras distros. — Não veio com o Debian testing “Stretch” (Jun. 2016), pois foi instalado depois. — Também não veio com o Debian 8.6 (30 Set. 2016), pois o Histórico do Synaptic indica que só foi instalado em 4 Out. 2016. — Continua nos repositórios do Debian testing / Debian 9, porém o desenvolvedor não tem planos de nova versão, e solicita contato de quem queira assumir a tarefa.

Em marcha


A instalação de vários sistemas “em paralelo” (dualboot), a partir de 1º Jan. 2017, permitiu enfrentar o assunto, — não mais como “dificuldade” específica de uma ou outra “distribuição”, — mas do ponto de vista da própria “estrutura do Linux”.

Embora diferentes distribuições introduzam alterações na “estrutura do Linux”, essas variações seguem princípios gerais comuns a todas.

Para essa abordagem, foi relevante o fato de todas as distribuições Linux terem sido instaladas com o mesmo ambiente gráfico (KDE), — além do mesmo hardware, as mesmas configurações, e os mesmos aplicativos (na medida do possível).

openSUSE


Particionador do YaST2 também serve como “editor” do arquivo “/etc/fstab

Tal como no Debian, também no openSUSE (17 Jan. 2017) não adiantou recorrer ao “Menu K → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível → Dispositivos removíveis” para obter a montagem automática de partições “adicionais”.

Embora nunca tivesse visto, nem de longe, um SuSE ou openSUSE, encontrar uma solução provisória foi relativamente fácil e rápido, — graças às recentes pesquisas para lidar com essa questão no Mint 17.3 Cinnamon (Jan. 2016) e no Debian (Jun. 2016), sistematizadas em registros detalhados.

De início, o “Particionador” do YaST2 foi usado com o mesmo objetivo do “Discos” e do “Gerenciador de discos”, — editar o arquivo “/etc/fstab”, mediante opções em uma interface gráfica, — porém de um modo bem mais eficiente e detalhado, com riqueza de parâmetros.

30 Mar. 2017 - Encontrado tempo para pesquisar e testar uma solução definitiva da montagem automática de partições adicionais no openSUSE, — usando udisks / polkit, — e finalmente eliminado o uso do “/etc/fstab” para esta finalidade.

Dessa vez a receita teve de ser um pouco diferente, — criar um arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/10-udisks2.rules”, — pois um arquivo começando por “99” seria lido após outro já existente, iniciado por “90”, e cujo conteúdo preferi não alterar, sem muito estudo.

Fedora


Fedora não carregava mais, após a edição do arquivo “/etc/fstab

O Fedora (31 Jan. 2017) rompeu o dualismo “udisks2” vs. “/etc/fstab”, — nenhum dos dois funcionou, — e finalmente exigiu pesquisar além deles, até descobrir a existência uma “terceira via”.

Descartado o recurso puro e simples ao “udisks2”, a primeira tentativa foi usar o “Gerenciador de partições do KDE” (KDE Partition Manager), — porém ele não consegue montar as partições, por não existirem os pontos de montagem. — Ao que parece, ele não os cria.

Outra tentativa foi instalar e usar o “Discos” (gnome-disk-utility), — encontrado nos repositórios, — para resolver a montagem automática de partições “adicionais”.

Nos 2 casos, a edição efetuada por eles no arquivo “/etc/fstab” deixou o Fedora “incarregável”, — entra em “Emergency mode”, pedindo senha Root para manutenção.

O melhor que se pode fazer, nessa hora, é des-editar o “/etc/fstab”, usando o “vi”, por exemplo, para “comentar” todas as linhas causadoras do desastre.

  • Em resumo, colocar “#” no início de todas as linhas encarregadas de montar as partições “adicionais”, — para que o Fedora volte a carregar normalmente. — Voltamos, então, ao ponto de partida.

Ou, talvez, criar os pontos de montagem indicados no “/etc/fstab”, — mas, como não sabia se isto resolveria o problema, — o caminho mais simples foi disparar um “reboot” e ir para outro sistema, pesquisar mais.

Encontrada a solução “polkit-1”, finalmente o Fedora carregou normalmente, — com as partições e pontos de montagem indicados no “/etc/fstab”.

1º Fev. 2017 - Encontrada a solução definitiva, com alteração ou criação do arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/90-udisks2.rules”, — e finalmente dispensada a alteração do “/etc/fstab” (totalmente “limpado” em 7 Fev., após conferir que tudo estava Ok).

Considerando meu total desconhecimento de Fedora, a solução definitiva em cerca de 24 horas foi super-rápida.

Sabayon


Copiando “99-udisks2.rules” do Antergos para o Sabayon, no Krusader (modo Root)

A montagem automática de 4 partições “adicionais” foi habilitada nas Configurações do sistema (System settings) do Sabayon (4 Mar. 2017), — porém não funcionou.

17 Mar. 2017 - Para testar o procedimento mais simples, foi copiado o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Antergos para o Sabayon, — usando o Krusader (modo Root).

Feito isso, bastou carregar o Sabayon para confirmar o bom resultado, — dispensando usar 20 ou 25 linhas no “/etc/fstab”.

Mageia


Montagem automática de todas as partições habilitadas pelo udisks2, ao carregar o Mageia 6 sta2

A princípio, a mera configuração de montagem automática pelo “Menu K → System settings → Removable devices” também não produziu qualquer efeito no Mageia 5 (14 Fev. 2017).

Por isso, foi utilizado o “Centro de Controle Mageia” para definir as partições “adicionais” a serem montadas, — um modo de usar interface gráfica para “escrever” no “/etc/fstab”, sem cometer erros bobos de digitação.

Cópia do arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Sabayon para o Mageia

Ao substituí-lo pelo Mageia 6 sta2 (20 Mar. 2017), foi feito o teste de simplesmente copiar o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Sabayon, — usando o “Krusader as Root”, — e bastou reincializar o computador para os comandos udisks2 definidos pelo pelo “Menu K → System settings → Removable devices” fazerem efeito (21 Mar.).

Debian (II)


Documentando a montagem automática de partições adicionais nas distribuições Linux instaladas

8 Mai. 2017 - Neste momento, (quase) todos os sistemas instalados já fazem a montagem automática das partições “adicionais” por meio das “Configurações do sistema” (KDE), que utiliza udisks, — em alguns casos, com 1 ou 2 ajustes na polkit., — sem recorrer a modificações no “/etc/fstab”.

A única exceção é o Debian, — que venho tentando usar desde 2009, e que, pela “lógica”, deveria ser o mais “próximo” dos que melhor consigo usar, — seus “derivados” Kubuntu, Mint, Neon.

Além disso, é um dos mais usados, — e um dos que mais despertam interesse, há 4 anos entre o 3º e o 2º lugar no ranking do Distrowatch.

Claro, a causa da aparente “dificuldade” pode não estar no Debian, mas entre a cadeira e o teclado.

Já foram feitas algumas experiências no Debian, em Março e Abril, mas a estrutura da pasta “/etc/polkit-1” é um pouco mais complicada.— Convém estudar com calma, para não sair mexendo à toa:

localauthority
    10-vendor.d
    20-org.d
    30-site.d
    50-local.d
    90-mandatory.d
localauthority.conf.d
    50-localauthority.conf
    51-debian-sudo.conf
nullbackend.conf.d
    50-nullbackend.conf

Infelizmente, as buscas no Google também não retornaram qualquer solução dentro do “padrão” desejado.

Arch Linux


Testando no Arch Linux a mesma solução udisks2 aprovada no Antergos

3 Jun. 2017 - Foi testada a mesma solução usada no Antergos, — criar um arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules”, com o mesmo conteúdo, — e resolveu de imediato.

O Arch Linux foi instalado por volta das 14h; — o arquivo de configuração foi criado às 21:47, usando o Dolphin em modo root do openSUSE; — e às 21:50 o Arch Linux já carregou com todas as partições adicionais montadas.

Observações


Remoção do Fedora, Manjaro, Antergos, Sabayon, após instalar o Arch Linux

Instalar, configurar e aprender a lidar com 6 distribuições Linux que até então não tinha visto nem de longe, — Mageia, openSUSE, Fedora, Manjaro, Antergos e Sabayon, — era coisa para fazer com um pouco mais de calma e vagar.

De preferência, 1 de cada vez, para não encavalar centenas de capturas de tela, arquivos em TXT, anotações em caderno etc., — com inevitável demora no posterior levantamento, filtragem e organização de inúmeros pequenos relatos, — até o ponto em que detalhes começam a ser esquecidos e, depois de certo tempo, resta uma tremenda barafunda para desemaranhar.

8 Jun. 2017 - Os ótimos resultados obtidos no Arch Linux KDE tornaram dispensável manter o Manjaro e o Antergos, — que, após um bom tempo, continuavam sem atender às necessidades de trabalho.

Além disso, o Antergos e o Sabayon deixaram de funcionar no dia 28 de Maio, — por motivos que não chegaram a ser investigados, — e o Fedora também não oferecia perspectivas de se tornar muito útil para as principais tarefas do dia-a-dia.

Para simplificar a vida, estes 4 sistemas foram deletados, — assim como um 2º Mageia, — com as respectivas partições “/home”.

As 10 partições formatadas mantêm os mesmos rótulos, — Linux6, Linux8, Linux10… Linux12, Home6… Home12, — e continuam configuradas para montagem automática nos 7 sistemas restantes.

Desse modo, basta comentar (“#”) as linhas do Conky referentes a essas partições vazias, para deixarem de ser exibidas, — e ficam bem à mão, no caso de outras distros serem instaladas nelas.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


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