sexta-feira, 29 de abril de 2016

Instalando o Kubuntu 16.04 em 34 minutos

Instalação do Kubuntu 16.04 LTS a partir do Live USB: concluída às 14:51

A instalação do Kubuntu 16.04 LTS levou exatos 34 minutos, — com direito a pausas para consultar anotações e fazer capturas de tela, — e não apresentou qualquer novidade em relação à instalação do Kubuntu 14.04, ou do Kubuntu 12.04.

O tempo total da instalação foi muito diferente, — agora usando Live USB (Pendrive) e conexão de “10 megas” (1,3 MiB/s), — embora boa parte da atividade total seja de processamento pela CPU, e de formatação e gravação no HD, cujas taxas não mudaram.

O processo de instalação do Kubuntu abrange 7 etapas, — com durações bem diferenciadas:

  1. Idioma → Selecionar “Português do Brasil” não toma tempo algum. Foi ultrapassada em 1 minuto.
  2. Preparar → Optar por “baixar atualizações durante a instalação”, e/ou por “instalar softwares de terceiros”. Tempo de ultrapassagem: 3 minutos, após intensa atividade de CPU e leitura de discos em segundo plano.
  3. Configuração de disco → Essa etapa exige bastante atenção, — por envolver opções de certa gravidade, — e as escolhas mais simples podem implicar em maior tempo de implementação (p.ex., longas formatações envolvendo o HD inteiro, inclusive mudanças no “sistema de arquivos”). — Ao enveredar por opções aparentemente mais espinhosas, consulta de velhas anotações, e formatação de 2 partições pequenas (20 GB e 8 GB), o tempo total foi de 13 minutos.
  4. Fuso horário → A escolha é bastante simples. No entanto, prossegue intensa atividade de CPU em segundo plano. Foi ultrapassada em 1 minuto.
  5. Teclado → A opção também não exige esforço. Segue a intensa atividade de CPU em segundo plano. Foi ultrapassada em 1 minuto.
  6. Informação de usuário → Com toda demora possível, o preenchimento de 4 campos e 2 opções, não há como demorar. Ao final de 3 minutos, amainou a atividade de CPU em segundo plano, e o processo avançou para a última etapa.
  7. Instalação → Nesta etapa, são “aplicadas” as decisões anteriores, envolvendo download, processamento (CPU), leitura e gravação (Pendrive, HD). Não há nada a fazer, exceto assistir a apresentação (slide-show), ou tomar um café. Tempo: 10 minutos.

Há momentos em que você faz as opções e clica para seguir adiante, — mas o Instalador do Kubuntu ainda não terminou o que estava fazendo, em segundo plano, — daí algumas demoras que não decorrem (só) de pausa humana para pensar.

1) Idioma


Abertura do instalador do Kubuntu 16.04: escolha do Idioma (“Português do Brasil”)

14:17 - Logo ao clicar em “Install Kubuntu 16+04” e abrir o instalador, é oferecida a escolha do Idioma.

Ao escolher “Português do Brasil", a interface muda para a nossa língua, — “Language” vira “Idioma”, por exemplo, — e você pode dedicar algum tempo a ler as “Notas da versão”.

2) Preparação


“Preparar” a instalação do Kubuntu 16.04 começa por 2 escolhas quanto ao software

14:18 - Opções da 2ª etapa da instalação do Kubuntu 16.04:

Baixar atualizações enquanto instala Kubuntu” é uma opção que poupará tempo, — quando houver atualizações, — evitando ter de fazer isso depois da instalação.

Instalar softwares de terceiros” também evita procurar miudezas após a instalação, além de já deixar habilitados os repositórios adicionais.

Segue-se intensa atividade de CPU, leitura de discos etc.

Desmontar as partições dos HDs, caso pretenda criar, apagar ou redimensionar partições nesses discos

14:19 - O instalador detectou que há partições montadas de 2 HDs (sda, sdb). Pergunta se deseja desmontá-las, — senão, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nestes discos, — mas você poderá instalar utilizando as partições já existentes.

No caso, a resposta foi “não”, — pois seriam utilizadas apenas partições já existentes.

14:22 - Segue a etapa de “preparação”, com intensa atividade da CPU.

3) Configuração de disco


Opções de discos e partições para instalação do Kubuntu 16.04

14:23 - Onde você gostaria de instalar o Kubuntu? Opções sugeridas:

  1. Guiado → Redimensionar uma das partições existentes, e utilizar o espaço liberado.
  2. Assistido → 3 opções: Usar o disco inteiro, LVM, criptografar
  3. Manual → Escolher 1 ou várias partições, a seu gosto. — E se houvesse desmontado, poderia inclusive apagar e criar novas partições, redimensioná-las etc.

14:24 - Opção escolhida: Manual. — Examina mais os discos (intensa atividade de CPU).

14:25 - Exibe um quadro das partições existentes nos 2 HDs e no Pendrive, para escolha manual do que fazer.

14:26 - Consulta às anotações no Byteria sobre a instalação do Kubuntu 14.04 (2014) e sobre o uso destinado a cada partição do computador atual (2012).

Opção “Manual”


A opção Manual para a escolha de “Onde você gostaria de instalar o Kubuntu” implica, basicamente, em você mesmo selecionar a partição “Raiz” (“/” = “Root”), — onde ficarão o sistema operacional e todos os programas (“aplicativos”), “bibliotecas” etc.

Com isso, você ganha total liberdade para mexer em todo o particionamento do HD, — desde que não esteja montado, — inclusive criar ou redimensionar na hora uma partição, ou alterar o “sistema de arquivos” (Ext4, Ext3, Fat32 etc.) de uma partição.

Se quiser, também poderá selecionar outra partição, — onde ficará a pasta “/home”, — para manter seus documentos (e configurações pessoais) separados do “sistema”.

Pastas dos diferentes usuários dentro da partição “/home” do Kubuntu

Caso venha a criar um segundo usuário, — “Visitante”, p.ex., — ali ficarão os documentos e configurações dele, de modo que ele não acessará o que é seu, nem você será afetado por alguma configuração que ele prefira.

Colocar a “/home” em uma partição separada tem certas vantagens, — não perder seus documentos ao instalar outro Linux, p.ex.

Isto também lhe permitirá escolher um “sistema de arquivos” compatível com o Windows (ex.: Fat32, NTFS etc.), — de modo a poder acessar seus documentos a partir dele.

Se não escolher uma partição separada, a “/home” será criada dentro da própria partição do sistema, automaticamente. — Neste caso, deverá fazer backup de seus documentos e configurações, antes de instalar outra versão do Kubuntu (ou qualquer outro Linux) em substituição ao atual.

Enfim, poderá escolher uma terceira partição para o “arquivo de troca” (Swap), auxiliar da Memória RAM.

O Swap tende a ser pouco utilizado, — desde que haja Memória RAM suficiente, — uma vez que as operações de gravação e leitura em disco tomam tempo e reduzem o desempenho do sistema.

No entanto, este é um parâmetro que pode ser alterado, — para utilizar mais o Swap, por exemplo, — caso haja necessidade.

O tamanho da partição Swap não precisa ser muito grande, — isso vai depender da Memória RAM disponível, e do uso (exigência) que você dará ao sistema.

Escolhi 8 GB, — o dobro dos 4 GB de RAM, — por não ter certeza sobre o assunto, anos atrás, e até hoje acho que nunca foi usada a metade, sequer. Na maior parte do tempo, nem chega a ser usado, ou é usado 1%, no máximo 5%. Porém, há outras possibilidades, que ainda não começaram a ser exploradas.

Enfim, caso já exista uma partição com “sistema de arquivos Swap”, o Kubuntu detectará e passará a usá-la automaticamente, sem que você precise fazer qualquer escolha “manual”.

O que se segue, portanto, é a aplicação “pré-determinada” de uma estrutura de partições, — adotada há vários anos, neste computador específico, com  margem de folga para usos futuros.

Clique numa partição, — não no quadrado!, — e clique em “Alterar” (não em “Adicionar”)

Para iniciar a escolha de uma partição para qualquer uma dessas utilizações, o primeiro passo é clicar no seu “nome”, para selecioná-la (destaque em azul), — e não no pequeno quadrado, a menos que pretenda, conscientemente, formatá-la.

Em seguida, clique no botão “Alterar”, — para “alterar seu uso” — e não em “Adicionar” (criar partição).

Partição sdb1 escolhida — sistema de arquivos — ponto de montagem

14:29 – Usar sdb1 — Sistema de arquivos com journaling ext4 — Montar como raiz (“/”).

Partição sdb5 — sistema de arquivos — não formatar — ponto de montagem

14:32 - Usar sdb5 — Sistema de arquivos com journaling ext4Não formatar — Montar como “/home”.

É importante lembrar que a partição “/home”, — “pasta pessoal”, — não contém apenas “documentos”.

Ela também contém todas as configurações acumuladas ao longo de vários anos, — inclusive, atalhos personalizados do Gimp, LibreOffice etc., — e essa parte fica “oculta” ou “invisível”, com risco de ser esquecida em um backup menos atento.

Contém, ainda, — também na forma de arquivos ocultos, — um “Disco C:\” virtual do Wine (“Wine is not emulator”), com uma cópia do Windows, do MS Word e de mais alguns programas das décadas de 1990 e 2000. Ao instalar o Wine no novo Linux, — coisa de 1 minuto, — tudo isso ressurge, tal como no Linux anterior. [Não chega a fazer tudo que o Windows faz, mas poupa restart para carregar o “verdadeiro” Windows (o Windows “físico”, digamos assim), para uma ou outra tarefa miúda, depois voltar ao Linux etc.].

Daí, o cuidado em não formatar a partição “/home” herdada do Linux anterior, — e de não fazer qualquer alteração no sistema de arquivos (“ext4”), — o que também implicaria em formatação.

A partição escolhida para o sistema (“/”) será apagada, mesmo que não esteja marcada para formatação

14:34 - O Instalador observa que a partição escolhida para raiz do sistema (“/”) não tinha sido marcada para formatação, porém pastas de arquivos de sistema (/etc, /lib, /usr, /var etc.) existentes seriam apagados. Certifique-se de ter feito cópia de alguma coisa que queira guardar etc.

Esta seria a primeira experiência recente de não marcar a partição raiz para formatação.

Afinal, a decisão mudou, e acabou marcada para formatar. — Não era necessário.

Também não era necessário escolher a partição Swap, — ela seria adotada naturalmente, — e isso talvez economizasse o tempo gasto a formatá-la (adiante).

Notar, na parte de baixo (Boot loader), que o Dispositivo de inicialização será sda, — o HD do Windows, que precisa ser o “primeiro”, senão, não brinca. — É lá que deve ser gravado o carregador do grub para que, ao ligar o computador, seja oferecida a escolha de qual sistema operacional você deseja rodar. É o “dual boot”, necessário quando se tem 2 sistemas operacionais (ou mais de 2).

14:35 - Instalar agora.

Avisa quais partições serão formatadas, — última chance para voltar atrás nessa etapa

14:36 - Avisa que, se continuar, as alterações serão escritas nos discos e destruirão dados etc.

As seguintes partições serão formatadas: sdb1 (sistema) e sdb6 (swap).

Este é um ponto sem retorno, portanto, a última chance de conferir as escolhas referentes às partições e, se for o caso, corrigir. — Voltar, ou — Continuar.

4) Fuso horário


Escolha do Fuso horário: — no Centro-Sul, só São Paulo

14:36 - A escolha do Fuso horário não oferece dificuldade, — São Paulo é a única opção no Centro-Sul do Brasil, incluindo DF. — Todas as outras opções no Brasil envolvem alguma diferença em relação à Hora oficial de Brasília, e/ou possíveis diferenças quanto a Horário de verão.

Lembre que esta opção inclui o País (Brasil), implicitamente, — a Moeda (R$), o uso da vírgula para casas decimais, ponto como separador numérico de milhar, o sistema de medidas (Métrico decimal), o modo de exibir as datas etc. — Tudo isso poderá ser alterado depois, item por item, mas é bem mais prático aproveitar a configuração completa e automática.

Portanto, não vale a pena escolher outra cidade na “faixa” vertical, — na Groenlândia, Uruguai, Argentina.

Observe a intensa atividade de CPU, — calculando os arquivos que não serão copiados, — enquanto você escolhe o Fuso horário.

5) Teclado



Escolha do layout de Teclado: Português do Brasil

14:37 - Escolher o layout do Teclado também não oferece dificuldades, — é “Português do Brasil” (PT-BR), tanto na “Disposição” quanto na “Variante”, — porém não inclui a definição da tecla de acesso ao 3º nível, que terá de ser feita manualmente, depois da instalação:

Menu → Configurações do sistema → Dispositivos de entrada → Teclado.

Mais uma vez, observe a intensa atividade de CPU, — já foram copiados 42% dos arquivos, no momento em que você escolhe o layout de Teclado.

6) Informação de usuário


Nome, Usuário, Senha, Nome do computador, opões de entrada, e de criptografia da pasta pessoal

14:38 – Informações de usuário. Seu nome, nome de usuário, senha, nome do computador.

Escolhas adicionais:

  • Solicitar senha para entrar ou iniciar sessão automaticamente.

  • Criptografar ou não a pasta pessoal.

A atividade de CPU finalmente se reduz, e cessa por um instante.

7) Instalação


Na última etapa, o instalador trabalha sozinho: você pode assistir à Apresentação, ou tomar um café

14:41 – Nessa última etapa da instalação do Kubuntu, só resta assistir à Apresentação ilustrada (slide show). — Não há mais nenhuma opção a fazer, enquanto transcorre a instalação do Kubuntu 16.04 no computador.

14:51 – A instalação terminou. Reiniciar ou continuar testando (Live).

Observações


Poderia ter feito a migração por upgrade, diretamente do Kubuntu 14.04 para o 16.04, — porém, havia interesse em não manter boa parte dos aplicativos instalados nos últimos 2 anos, assim como inúmeras “dependências” não eliminadas ao desinstalar outros aplicativos.

Seria interessante monitorar, — também, — as atividades de leitura e gravação (Pendrive, HD).

Registros


A imagem ISO do Kubuntu 16.04 ainda era a mesma do lançamento: não foi preciso baixar outra, nem gravar Pendrive

A instalação foi feita em 24 Abr. 2016, com a mesma ISO utilizada no último teste de trabalho Live Kubuntu 16.04 release 16-04-20 23h06:

kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso
20-Apr-2016 23:06 1.4G
Desktop image for 64-bit PC (AMD64) computers (standard download)

e que permanece inalterada no site oficial, até o momento (29 Abr. 2016).

Estado do sistema na sessão Live USB, 20 minutos antes de iniciar a instalação do Kubuntu 16.04

10:25 – Início da sessão Live USB.

11:58 – Botão share do FB não abre. Bastou sair do FB e voltar.

13:00 – Synaptic não abre. Havia instalado pelo “apt-get” → luckybackup, screenruler, chromium-browser, ttf-mscorefonts-installer, psensor, synaptic, pyrenamer, gimp.

Torrent para conferir a conexão: 1,3 MiB/s firme, sem falhas nem oscilações, durante 4 minutos

14:12 ~ 14:16 - Foi iniciado um Torrent, — durante uns 4 minutos, — para conferir a conexão, antes de clicar em “Install Kubuntu 16.04”.

14:17Install Kubuntu 16.04.

14:51A instalação terminou. Reiniciar ou continuar testando (Live).

14:56Restart.


— … ≠ • ≠ … —

Kubuntu & KDE


sábado, 23 de abril de 2016

Live Kubuntu 16.04 release 16-04-20 23h06

Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerux lançado em 21 Abr. 2016 terá suporte de três (3) anos, até 2019

Este “teste de trabalho em Live USB” com o Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus, — lançado oficialmente no dia 21 Abr. 2016, — começou às 12:26 do dia 22 e completou 36 horas de duração, sem nenhum problema relevante.

  • SummaryKubuntu 16.04 worked with no system problem or app-crash, running in a continuous Live USB session about 36 hours, using Chromium, LibreOffice, Dolphin, Psensor, KSysguard, Spectacle, Gwenview, KInfocenter, Konsole, Synaptic, Discover, pyRenamer, Gimp—//Discover did not discover things like Chromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic, pyRenamer, so I had to install them using “apt-get install” (but Discover did find some of them, in 4 previous sessions with Beta / Beta2, last 4 weeks). —// An error “while moving old database out of the way”, with “apt-get update”: “AppStream cache update failed”. (But did not fail yesterday morning, in a brief 4-hours Live session, with this same ISO/Pendrive). However, no problem to “apt-get installChromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic, pyRenamer after this error, and they all are working fine.

Uso da memória com 6 abas do Facebook no Chromium

Não houve nenhum “crash”, nenhum aplicativo ou janela travou, nem fechou “inesperadamente”, e até o momento não se registrou nenhum “erro” do KDE.

Transcorreu tudo na mais perfeita normalidade, — tão rápido e produtivo quanto o Kubuntu 14.04 (HD), — tal como no 4º teste com a versão beta.

Discover (plasma-discover) não descobriu nada, — ao contrário dos 4 testes Xenial beta/beta2 nos últimos 30 dias

A única exceção significativa foi o “Discover”, — que desta vez não conseguiu “descobrir” nada de útil, — e foi abandonado em favor do “apt-get update / apt-get install”.

Redução do widget “Install Kubuntu 16.04 LTS”, ao aplicar outro tema

De menor relevância, apenas 2 registros:

1) Aplicar Desktop Theme “Air” continua causando redução de tamanho do widget “Install Kubuntu 16.04 LTS”, — desde o 1º teste de trabalho, ainda com o beta inicial, há 4 semanas. — Já existe registro desse bug, faz algum tempo.

Falha ao atualizar o banco de dados (local) com informações dos repositórios, por “apt-get update”, à tarde

2) Às 12:56 de ontem, o comando “apt-get update” não pôde atualizar a base de dados local:

** (appstreamcli:3902): CRITICAL **: Error while moving old database out of the way.
AppStream cache update failed.
Reading package lists... Done.

Gimp aberto das 11:30 às 22:52 do 2º dia da sessão Live USB para editar 14 PrintScreen

Porém, isso não impediu de encontrar e instalar, com sucesso, Chromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic e pyRenamer, — todos funcionando bem até hoje (23).

  • Chromium, LibreOffice, Dolphin, Psensor, KSysguard estão abertos, configurados e em uso constante desde ontem (22).

  • SpectacleGwenview, KInfocenter, Konsole, Synaptic e Discover já foram abertos e usados dúzias de vezes.

  • Hoje (23), foram utilizados: — o pyRenamer, para renomear os primeiros prints com hora UTC; — e o Gimp, para editar 14 imagens.

O mais provável é que ainda não houvesse atualizações relevantes para o funcionamento desses aplicativos, — e o “apt-get” trabalhou com os dados anteriores, sem problemas.

Sucesso em atualizar o banco de dados (local) com informações dos repositórios, por “apt-get update”, pela manhã

Antes desta sessão Live USB, — iniciada ontem às 12:26, — houve outra sessão, de poucas horas, das 8:31 às 12:23, em que o “Discover” também não conseguiu “descobrir” nada de útil.

Porém, naquela primeira sessão o “apt-get update” não acusou nenhum erro.

Ao surgir a licença MS no Konsole, tecle “Tab” para marcar “Ok”, senão você dá “Enter” sem sair do lugar

A decisão de reiniciar o computador, — começar outra sessão Live USB, — tinha a expectativa de que, assim, talvez o “Discover” voltasse a encontrar Gimp, Synaptic, Psensor etc., como nos 4 testes anteriores.

Vã esperança.

Download e instalação do Chromium, — “chromium-browser”

Em resumo, o caminho foi este:

  • sudo apt-get update
  • sudo apt-get install chromium-browser
  • sudo apt-get install gimp
  • sudo apt-get install psensor
  • sudo apt-get install ttf-mscorefonts-installer
  • sudo apt-get install synaptic
  • sudo apt-get install pyrenamer

Pode-se enfileirar tudo isso numa linha só, — mas a opção foi executar 1 comando de cada vez, para registrar o download (Network history) e a instalação (CPU history), item por item.

Clique com o botão direito do mouse na área do Konsole para configurar PerfilAparência

Como os PrintScreen da 1ª sessão Live, — com letrinhas brancas miúdas sobre fundo preto, — ficaram muito difíceis de ler, foi alterado o perfil do Konsole ao iniciar a 2ª sessão Live.

Apertem os cintos, vamos acelerar


O Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus lançado oficialmente no dia 21 Abr. 2016 terá suporte de três (3) anos, — até Abril de 2019, — portanto, terminará junto com o suporte ao também “LTS” Kubuntu 14.04 Trusty Tahr, que é de cinco (5) anos.

Esse recuo na duração do “Suporte de longa duração” (LTS = Long Term Service), — que inicialmente era de 3 anos, e se havia ampliado para 5, — parte do Ubuntu, reflete-se em todos os “sabores”, — Xubuntu, Ubuntu Studio, Ubuntu Kylin, Ubuntu GNOME, Mythbuntu, Lubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, — e afetará “derivados” como o Linux Mint 18, previsto para daqui a cerca de 2 meses.

A melhor aposta é a Canonical estar prevendo que as coisas vão se acelerar muito, nesses 3 anos.

Vai se acelerar a expansão do “Snappy”, — com migração de inúmeros aplicativos “.Deb”, — com a expansão do “Ubuntu Core”, e a expansão dos negócios em todas as direções.

E dentro de 3 anos poderá não fazer sentido, continuar investindo na manutenção de um release que terá sido apenas o início de enormes e rápidas transformações.

Renomeando fotos do Nokia Lumia (WindowsPhone) com o pyRenamer para enfileirar com os PrintScreen

Histórico da sessão


A imagem ISO utilizada foi:

  • kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso 20-Apr-2016 23:06  1.4G  Desktop image for 64-bit PC (AMD64) computers (standard download)

que em 23 Abr., às 21:23, ainda permanece a mesma, na página:


utilizando o kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso.torrent 21-Apr-2016 09:23.

O torrent foi feito pelo “Transmission”, no Linux Mint 17.03, onde também foi gerado o Pendrive por comando “dd”:

  • flavio@linux2:~$ sudo dd if=/home/flavio/Downloads/Linux/kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso of=/dev/sdc bs=8M
  • [sudo] password for flavio: 
  • 181+1 registros de entrada
  • 181+1 registros de saída
  • 1520762880 bytes (1,5 GB) copiados, 187,195 s, 8,1 MB/s
  • flavio@linux2:~$ 

Renomeando os prints iniciais para o Fuso horário de Brasília, com o pyRenamer

A primeira sessão Live USB foi iniciada em 22 Abr. 2016, às 8:31, e encerrada às 12:23.

A atual sessão em Live USB foi iniciada em 22 Abr. 2016, às 12:26, e terminará à 0:25 do dia 24, após 36 horas.

Dolphin configurado para facilitar o trabalho

Gimp configurado com a fonte Verdana, cor verde e apenas 2 “janelas” de ferramentas, para agilizar

That’s all, Folks!

Uso da Memória ao fechar os demais aplicativos para encerrar a sessão

P.S.: Uso da Memória ao fechar os demais aplicativos, para encerrar a sessão.

_______
Este relato foi publicado inicialmente às 13:50 (23 Abr. 2016), com 1 foto e alguns parágrafos; e desenvolvido até 16h00 (4 fotos, 21 parágrafos), quando começou a ser divulgado.
• O relato foi concluído à 0:20 de 24 Abr. 2016, com as 14 imagens editadas no Gimp.
• A sessão Live USB foi encerrada por volta de 0:25, após 36 horas de funcionamento praticamente perfeito.
• Relato reaberto no Kubuntu 14.04 (HD) à 1:25 para o Post Scriptum, com a 15ª imagem.

— … • … —

Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Live Kubuntu 16.04 Xenial beta2: Scanner e OCR

Kubuntu 16.04 Xenial beta2 com as primeiras configurações, 15 minutos após o início da sessão Live USB

O objetivo deste 4º teste de trabalho em Live USB (Pendrive) com o Kubuntu 16.04 Xenial beta2 é, simplesmente, aprofundar a vivência no KDE 5.5.5, — uma vez que, cedo ou tarde, substituirá meu atual “sistema principal” (Kubuntu 14.04 LTS / KDE 4.13.2), — após concluir o relato do 3º teste de trabalho com dúvidas sobre a oportunidade e o método dessa migração.

A sessão Live Kubuntu 16.04 Xenial beta2 foi carregada às 15:32 ou 15:35 (Desktop X Nokia Lumia) do dia 16 Abr. 2016, utilizando a ISO “Daily Build 16-Apr-2016 05:44” gravada em mídia USB (Pendrive) por comando “dd”.

FileZilla, instalado de passagem, para fazer upload de uma correção urgente

Marcos do percurso


  • Uma urgência inesperada exigiu a instalação do FileZilla para fazer upload de uma página “shtml”, rapidamente corrigida no Kate.

  • Uma iminência de prazo de devolução na Biblioteca (2º empréstimo) motivou a instalação do Xsane e do OCRFeed para acelerar o fichamento de trechos para referência.

  • Foi registrado um comportamento do Discover (plasma-discover), capaz de explicar determinadas falhas observadas em testes anteriores, — e de justificar a cautela “supersticiosa” de não fechá-lo logo após a instalação de algum aplicativo.

Enfim, o trabalho diário e as atividades pessoais prosseguiram sem qualquer perda de produtividade. — Pelo contrário, este 4º teste de trabalho em Live USB (Pendrive) com o Kubuntu 16.04 Xenial beta2 está quase como o trabalho normal em um sistema instalado (HD).

Essa normalidade, quase perfeição, talvez reflita os últimos ajustes e correções à ISO “Daily Build 16-Apr-2016 05:44”, — mas, também, o fato de que nesta sessão (ainda) não foram instalados tantos pacotes (Shutter, Kruler, lm-sensors, hddtemp, fancontrol, fonts-arkpandora, pyRenamer, mtp-tools, obexfs, obextool, gphoto2, gphotofs, gmtp, jmtpfs, mtpfs, gthumb, gnokii, Qlix), nem feitas tantas experiências malucas, como substituir o Discover pelo Muon Package Manager e depois des-substituir, por exemplo. — Enfim, os 3 testes anteriores podem ter ensinado a evitar algumas burradas.

Xsane: salvar automaticamente, pelo número das páginas, com incremento +2

Xsane


O scanner (USB) foi conectado somente na hora de iniciar o trabalho, e no minuto seguinte já foi reconhecido pelo Xsane.

O “Acquire preview” do Xsane foi utilizado apenas 1 vez, para um ajuste inicial do contraste.

A “seleção” (serrilhado) foi abandonada, — é mais seguro captar a mais, do que arriscar captar de menos, — para dispensar a necessidade de novo “preview” a cada página virada.

A numeração no padrão “0222-0223.jpg” foi abandonada em favor de um padrão simplificado, — “0222.jpg”, — uma vez que apenas 1 dos números seria automaticamente incrementado (opção “+2”).

O uso da escala de cinza (“Gray”) acelera a captura e gravação automática, — substituir “View” por “Save”, selecionar a Pasta e preencher o nome / número da página inicial: “0222.jpg”, — mas é possível obter um contraste mais nítido, com algum tempo de estudo e experimentação.

Sem afobação, — e conferindo periodicamente a numeração, para não acumular eventuais erros, — foram feitas 59 capturas (118 páginas) em 32 minutos. — É mais rápido scannear a mais (e deletar depois o que não for necessário), do que parar a todo instante, ao longo do processo, para ler, pensar e selecionar (apenas 2 trechos já estavam previamente assinalados). De qualquer modo, precisariam ser guardadas também as páginas com as notas numeradas, ao final dos 2 capítulos.

Por último, foram scanneadas as páginas iniciais (rosto, ficha, Índice, Prefácio do Autor à 2ª edição).

Em 300 dpi, “Full color range”, sem o contraste ideal, as imagens (páginas duplas) resultaram em arquivos de 1,1 a 1,5 MiB (total 8,1 MiB), — porém a rapidez do processo (diante do prazo) compensa o trabalho de deletar o excesso após o OCR, seleção e edição das fichas de referência.

OCRFeeder X gocr


Na falta de experiência ou conhecimentos em OCR (reconhecimento ótico de caracteres), foi feita uma pesquisa por “ocr” no Synaptic, que exibiu 132 pacotes, — dos quais, 113 compõem o Tesseract, — e um exame rápido sugeriu OCRFeeder como a provável melhor opção (o que se confirmou logo no primeiro teste).

O palpite guiou-se menos por sua própria descrição, — que nem chega a citar o reconhecimento de texto em múltiplas colunas, — do que pelas descrições dos pacotes inclusos, e por exclusão de outros possíveis candidatos:

Given the images it will automatically outline its contents, distinguish between what's graphics and text and perform OCR over the latter. It generates multiple formats being its main one ODT.
It features a complete GTK+ graphical user interface that allows the users to correct any unrecognized characters, defined or correct bounding boxes, set paragraph styles, clean the input images, import PDFs, save and load the project, export everything to multiple formats, etc.

Ao marcar OCRFeeder para instalação, — 41 pacotes, inclusive 5 componentes do Tesseract, — foi constatado que não incluiria automaticamente o pacote específico para a língua portuguesa (“tesseract-ocr-por”), acrescentado então manualmente.

The Tesseract OCR engine was one of the top 3 engines in the 1995 UNLV Accuracy test. Between 1995 and 2006 it had little work done on it, but since then it has been improved extensively by Google and is probably one of the most accurate open source OCR engines available. It can read a wide variety of image formats and convert them to text in over 40 languages. This package includes the command line tool.

Já o “gocr”, foi selecionado, em seguida, — sem nenhuma lógica, — apesar da descrição  deixar claro que não seria capaz de lidar com texto em colunas:

Currently the program should be able to handle well scans that have their text in one column and do not have tables.

Havia pacotes com descrições bem mais promissoras, — como “cuneiform” (reconhecimento de layout e formatação), “gimagereader” (idem), “ocrad” (idem), “yagf” etc., — e qualquer um deles teria sido melhor candidato a “segunda opção”. Mas, enfim, não fazia sentido instalar coisas demais, em uma sessão Live.

Texto obtido pelo “gocr

Bastou 1 teste para concluir que o “gocr” não seria a resposta imediata, — mesmo lidando com 1 página por vez. — No mínimo, exigiria maior estudo, em ocasião menos urgente.

OCRFeeder: resultado quase perfeito, apesar do baixo contraste das imagens

Já o OCRFeeder, apresentou resultados quase perfeitos, apesar do contraste insuficiente das imagens, scanneadas às pressas.

OCRFeeder: 6 páginas à média de 30 a 40 segundos por cada 2 páginas

Outro teste, no segundo dia, — com 9 imagens (18 páginas), — não se completou (a descobrir por quê).

Mas com 3 imagens (6 páginas) foi obtido sucesso, a uma média de 30 ~ 40 segundos por cada 2 páginas.

Avaliação preliminar de falhas do OCRFeeder nas páginas de Notas, com letras menores e mistura de línguas

Para um teste rápido, foram deixados de lados inúmeros recursos oferecidos pelo OCRFeeder, — como “projeto”, que exige algum aprendizado. — Os textos apenas foram copiados e colados (sem formatação) no LibreOffice, para destaque de algumas poucas falhas a corrigir.

Boa parte dessas falhas, — por serem recorrentes, — sugere que poderão ser corrigidas no próprio processo de reconhecimento, em futuros trabalhos, evitando sua repetição daí por diante.

A médio prazo, portanto, — com tempo para estudo, instalação em HD, dicionário de Português etc., — o OCRFeeder promete ser ainda mais produtivo.

Reação inicial do Discover ao clique em “Instalar” (Synaptic): atividade de CPU e pausa

Pacotes instalados pelo Discover


O Discover foi aberto às 15:53, — portanto, 20 minutos após o início da sessão Live USB, — para instalar Synaptic, Gimp, ChromiumPsensor, e ativar os repositórios não-livres.

Logo no primeiro item, registrou-se um “delay” de uns 20 segundos entre o clique para instalar Synaptic e o início efetivo do download.

Discover: download do Synaptic começou 30 segundos após o clique em “Instalar”

Como não havia intenção de documentar o processo, o mouse não foi passado, o tempo todo, sobre o botão azul de “1,3 MiB”, — recurso utilizado, nos testes anteriores, para exibir as indicações de “Install” (comando), “downloading”, “installing” e, por fim, “Remove” (instalação concluída).

A menos que se faça esse “mouse over” no botão azul (tamanho do pacote), não há indicações muito evidentes do que possa estar acontecendo (ou deixando de acontecer).

O exame retrospectivo das Capturas de tela, — em rápida sequência, tipo slide-show, — acabou chamando atenção para o deslocamento horizontal do “botão de tamanho do pacote” (azul).

Logo acima, — na Barra de ferramentas, — o botão cinza-verde de “No updates” também se desloca levemente para a direita.

O motivo desse vai-vem, é que o botão “Installed”, — opção da Barra de ferramentas para listar o que existe instalado no computador (em oposição a “Discover”, para descobrir novidades), — transforma-se em “Indicador de andamento”, passando a exibir “Installing...”.

Além de “Discover”, “Installed”, e “No Updates”, essa Barra de ferramentas simplificada oferece apenas uma seta à esquerda (voltar ao início), o campo de Busca, e um ícone de “Menu” à direita, para mais algumas opções.

Esse tipo de “navegação” extremamente simplificada é uma tendência rumo aos dispositivos móveis, — não entulhar a tela do celular, nem complicar a cabeça do usuário móvel, — e é muito provável que, na telinha miúda, a transformação do botão “Installed” em “Indicador de andamento” salte à vista, como um letreiro luminoso da Broadway.

Não é o que acontece na tela do “desktop”, — nem desperta a atenção do usuário do Synaptic, acostumado com indicações sistemáticas e inequívocas, e sem hábito de usar o antigo “Descobridor do Muon”.

Observa-se que essa pausa não ocorreu, em nenhum momento, ao documentar detalhadamente o comportamento do Discover no 3º teste de trabalho Live Kubuntu Xenial beta. Mas pode ter ocorrido, — inclusive, com duração maior, — nos testes anteriores, em que o Synaptic não foi instalado corretamente, e não funcionou, mesmo após 3 tentativas (e no final, o próprio Discover não abria mais).

Não que pareça muito provável, — pois nas tentativas anteriores o “mouse over” no botão azul “1,3 MiB” foi utilizado para ativar a exibição das fases ”Downloading”, “Installing” e “Remove” (indicador de instalação concluída, ao que se presume), — mas, sempre é uma descoberta a mais sobre o comportamento do Discover atual (plasma-discover).

Discover: marcar “Software restricted by copyright or legal issues (multiverse)

Digno de nota, também, que após marcar no Discover os repositórios “Restricted” seguem-se uns 40 a 50 segundos de intensa atividade de CPU e Rede, — sem nenhum clique “manual” para atualização das informações (“Recarregar”, no Synaptic), e sem qualquer indicação aparente.

Faz sentido, — não exigir que um novo usuário de celular precise “aprender” (e lembrar) a necessidade de “Recarregar” (“manualmente”!) informações dos repositórios etc., — e deixa até meio envergonhado o usuário pré-histórico, acostumado a um Synaptic “carroça”, “complicado” etc.

Discover: recarregamento automático após marcar repositórios “Restricted” (39 atualizações disponíveis)

Porém, ao final dessa atualização automática, — e não informada ao usuário, — o botão cinza-verde passa de “No updates” para “39 updates”.

Então, se o usuário novato não “inventar” de ativar um obscuro repositório “Restricted”, — escondido num sub-sub-menu lá no canto da direita, — não haveria atualização “automática” das informações dos repositórios?

Também faz sentido, — trata-se de uma sessão “Live USB” (e com um “daily build” em plena reta de chegada), onde não faz sentido trabalhar dias seguidos (sem desligar), muito menos atravancar a Memória com dezenas de atualizações em ritmo frenético. — É de se supor que, ao instalar o Kubuntu 16.04 Xenial no HD (após o lançamento oficial), o comportamento do sistema seja outro.

Busca do “Update Manager” no Menu K do Kubuntu 16.04 Xenial beta2 em Live USB

Alguma atualização automática das informações parece haver, — embora, após 2 dias, nenhuma notificação apareça no Painel, e o “Update manager” precise ser procurado, digitando “muon” no Menu K.

Ativação de repositórios “Restricted” no Discover: Menu → Advanced → Configure software sources (18 Abr.)

Às 20:40 do terceiro dia (18 Abr. 2016), — ao abrir o Discover para printar o caminho dos repositórios “Restricted”, — ele já registrava 74 atualizações disponíveis.

Enfim, o Discover tem, — guardado no Menu, — a opção “Check Updates”, que também pode ser acionada por “Ctrl-R” (lembra o “Recarregar” do Synaptic).

Acionado o Ctrl-R, o número de atualizações oferecidas passou para 86, — incluindo o próprio Discover.

De acordo com o Synaptic, — que confronta a versão instalada com a versão mais atual, — o que está rodando aqui é plasma-discover 5.5.5-0, enquanto a versão disponível nos repositórios já é 5.6.2-1.

Synaptic: busca, marca e aplica download e instalação enquanto “Rebuilding search index”

Pacotes instalados pelo Synaptic


Mais tarde, ainda no primeiro dia (16 Abr. 2016), o Synaptic foi utilizado 3 vezes: — às 16:45, para instalar ttf-mscorefonts-installer; — às 17:34, para instalar FileZilla; — às 21:15 para instalar OCRFeeder, Xsane, e (para comparação) Gocr. — No quarto dia (19 Abr.), foi instalado o pyRenamer.

O exame repetido e detalhado do funcionamento do Discover, — ao longo de 4 testes de trabalho em Live Kubuntu 16.04 Xenial alpha e beta, — estava a pedir um exame também do Synaptic.

Foi constatado, por exemplo, que ao ser aberto ele também ocupa intensamente a CPU, — “Rebuilding search index”, — por cerca de 1 minuto ou mais.

No entanto, não trava os movimentos do usuário, — você pode digitar no campo de busca, desde o primeiro segundo, e os resultados são exibidos de imediato.

Além disso, — ao contrário da “animação” inicial do Discover, — a ocupação da CPU pelo Synaptic não prossegue ad infinitum. Uma vez realizada a tarefa, ela cessa, e ponto final.

Você pode, inclusive, fechar o Synaptic, se arrepender, — e reabrir dentro de alguns minutos, — sem que o processo se repita.

Fuso horário e o mistério dos minutos


Ao carregar, o Kubuntu 16.04 Xenial beta2 exibiu a mesma hora “herdada” do sistema, — sem alterá-la para a hora UTC daquele momento, — por isso, não foi feita a configuração imediata para o Fuso horário oficial de Brasília (“São Paulo”).

Somente às 23:57, o Relógio do Painel apresentou avanço para o horário de Londres (2:57), e foi feita a configuração do Fuso horário, — porém, manteve-se a diferença em relação ao celular, que já marcava 0:00.

Por consequência, todas as Capturas de tela do primeiro dia, — salvas em padrão “YYYY-MM-DD_HH-mm-SS_Kx.png”, — aparecem no Dolphin com “hora” 3 horas anterior à indicada em seus nomes (que é a hora real de Brasília, assim como a hora exibida pelo Relógio nos prints).

Quanto à diferença de 3 minutos entre as horas do computador e do celular, vem sendo observada, já há algumas semanas, — tanto em sessões Live USB quanto em sessões Mint e Kubuntu instalados (HD), — ainda sem explicação, uma vez que tanto o computador quanto o celular estão configurados para sincronização automática a partir de servidores confiáveis (ao que se supõe).

Durante a sessão Live USB, essa diferença chegou a 7 minutos, porém a média foi de 5 minutos na maior parte do tempo, — até 23:03 do terceiro dia (18 Abr.), quando finalmente as horas do computador e do celular se harmonizaram.

Temperatura, uso de Memória e Swap ao amanhecer do 4º dia da sessão Live USB Kubuntu Xenial beta2

Ao amanhecer do quarto dia (19 Abr. 2016), os relógios do computador e do celular seguiam sincronizados, com diferença de poucos segundos.

______
A sessão Live Kubuntu 16.04 Xenial beta2 foi carregada às 15:32 (Painel) ou 15:35 (Nokia Lumia) do dia 16 Abr. 2016, utilizando a ISO “Daily Build 16-Apr-2016 05:44” gravada em mídia USB (Pendrive) por comando “dd”.
• Este relato foi publicado inicialmente às 16:59 (Painel e Blogspot) ou 17:04 (Windows Phone) do dia 18 Abr. 2016, com 1 imagem de apresentação + 12 parágrafos (Abertura, “Fuso horário e o mistério dos minutos”, “Marcos do percurso”); e desenvolvido até 3:00 do dia 19 Abr., com 13 imagens editadas no Gimp, ainda na sessão Live Kubuntu 16.04 Xenial beta2.
• O relato foi completado por volta das 16:00 do quarto dia (19 Abr. 2016), com mais 2 imagens; e a sessão Live USB será encerrada por volta das 16:35, cerca de 73 horas desde o início.

— … • … —

Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


sábado, 9 de abril de 2016

Kubuntu Xenial beta2: Discover e Spectacle

Uso da CPU pela animação inicial do Discover (“Muon”), com pequenos pulsos de uso da rede

O objetivo principal deste terceiro “teste de trabalho em Live USB” com o Kubuntu 16.04 Xenial beta2 LTS era investigar o funcionamento do Discover, — além de continuar explorando e aprendendo sobre o Xenial Xerus, que cedo ou tarde substituirá o sistema “principal” do computador (ainda Kubuntu 14.04 LTS). — Tudo isso, sem prejudicar as atividades cotidianas, pessoais e de trabalho.

A sessão Live USB foi iniciada às 13:09 de 9 Abr. 2016, — usando a daily build xenial-desktop-amd64.iso de 08-Apr-2016 05:38, baixada e gravada na véspera em Pendrive, por comando “dd”, — e prosseguiu até 2:30 de 12 Abr. 2016, totalizando 61h20min.

Gráfico da instalação do Synaptic pelo Discover

Descobrir o Discover


O Discover foi aberto às 13:34, — logo após as configurações mínimas de Fuso horário, Relógio, Spectacle (PrtScn), Teclado, Dolphin, Wallpaper, — e já com o Monitor do sistema (KSysguard) pronto para registrar o uso da CPU e da conexão (Network history).

Gráfico da instalação do Shutter pelo Discover

Apesar do Synaptic ficar disponível desde esse momento, vários softwares foram instalados pelo Discover, — sempre com esse monitoramento do uso da CPU e da Rede, — tanto nesse momento inicial, como depois, ao longo da sessão.

Gráfico da instalação do Gimp pelo Discover

Entre 13:34 ~ 13:46, foram instalados pelo DiscoverSynaptic, Shutter, Gimp, KRuler, Psensor, Chromium (Relógio ainda marcando horário de Loncres). — No dia 9, às 22:39: Xsane. — E no dia 11, às 14:38: Qlix.

Gráfico (1) da instalação do Chromium pelo Discover

Gráfico (2) da instalação do Chromium pelo Discover

Afora isso, o Discover foi aberto várias outras vezes, — inclusive após ser removido e reinstalado, — sem nenhuma falha até o final da sessão.

Discover → Advanced → Configure software sources → Software restricted

Também foi o Discover que possibilitou marcar os repositórios “restricted” (“non-free”), — opção não encontrada no Synaptic, — para instalar ttf-mscorefonts.

Esse foco sobre o Discover foi motivado pelos problemas, — e dúvidas sem resposta, — na “Falha prévia” do segundo teste de trabalho em Live Kubuntu 16.04 Xenial beta LTS.

Outras épocas


Já faz alguns anos que procuro escapar do “Descobridor do Muon”, — tão logo ele apareça pela frente, — pelos motivos explicados ao escrever sobre o Synaptic.

Em resumo, o “Descobridor do Muon” não conseguia “descobrir” o Synaptic (por exemplo), e o jeito era instalar o “Gerenciador de pacotes do Muon” para, — só então, — conseguir instalar o Synaptic, e escapar de ambos.

Uso de CPU pela animação inicial do Discover, — leva até 1 minuto para conseguir digitar na busca, e parar

Acontece que isso foi em outra época, — o “Descobridor” era simples, leve, — e não causava nenhum mal.

Porém, nos últimos meses, 2 coisas, — pelo menos, — mudaram esse quadro:

1) Agora, o Discover encontra o Synaptic
2) Agora, o Discover exibe uma “animação” digna dos piores momentos da “febre dos sites em Flash”, — ocupa 50% da CPU, retardando em 1 minuto (ou mais), a resposta a qualquer clique, — e essa triste “animação” recomeça a todo momento, pois voltar ao início é quase a opção-padrão, dentro dele.

Muon ou Plasma


Em busca de mais informações, — para entender melhor, quem sabe, — desenhou-se o seguinte panorama:

O “Discover” do KDE Plasma não é mais “Muon”, — sem mantenedor há algum tempo, ou sem mantenedor com disponibilidade para acompanhar a evolução do KDE Plasma (ao que se diz aqui e ali), — obrigando a equipe do KDE a desenvolver uma alternativa.

Discover atende por “Muon”, no Menu, mas é o “plasma-discover”, — e não o “muon-discover”

Você abre o Menu, digita “Muon”, aparece o “Discover”, — mas não é o “muon-discover” que está instalado, — o que existe no Kubuntu 16.04 Xenial é o “plasma-discover”.

Ao procurar pela série Muon, no Synaptic, encontram-se pacotes transicionais para os equivalentes Plasma

E se você quiser voltar ao antigo “muon-discover”, não adianta procurar nos repositórios, — pois o que se encontra lá, com este nome, é um pacote de transição (“transitional package”), que leva… ao “plasma-discover”.

Instalar “muon” + “libmuon” permite voltar ao Muon Package Manager, eliminando os substitutos “plasma”

No entanto, pode-se voltar ao Muon Package Manager, — basta instalar simultaneamente “muon” + “libmuon”, — evidentemente usando outra ferramenta, pois o “plasma-discover” será necessariamente removido no processo.

Muon Package Manager instalado em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (não foi testado)

O Muon Package Manager foi instalado, mas não chegou a ser testado. Ao tentar fechá-lo (para fazer outras coisas), não houve jeito, nem mesmo pela Tabela de processos do Monitor do sistema (KSysguard). No entanto, o restante do sistema e demais aplicativos continuaram normais.

Para evitar um longo aprendizado fora dos objetivos imediatos, foi feito Log out / Log in, após fechar tudo mais, e em seguida desinstalado o Muon Package Manager, pela reinstalação do “plasma-discover” e “plasma-discover-updater”, — que automaticamente incluem os pacotes transicionais “muon-discover”, “muon-notifier” e “muon-updater”.

Qlix, instalado pelo Discover no dia 11: única solução encontrada para acessar o Nokia Lumia por cabo USB

No dia seguinte (11), o Discover (plasma-discover), reinstalado desse modo, foi utilizado para instalar o Qlix, com sucesso.

WindowsPhone, Digital Sony e Scanner via cabo USB


Qlix foi a única solução encontrada para acessar fotos (e demais arquivos) do WindowsPhone Nokia Lumia durante a sessão Live USB do Kubuntu 16.04 Xenial beta2.

No Kubuntu 14.04 LTS (HD), a conexão USB com o Nokia Lumia tem funcionado há bastante tempo, mas não há registro de “dificuldades” (nem de uma eventual “solução”).

Os registros encontrados são bem mais recentes, — datam da instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon, em Jan. 2016, — porém todas as soluções tentadas no Linux Mint, também não resultaram agora, no Kubuntu 16.04 Xenial em Live USB.

Essas tentativas incluíram: — mtp-tools, obexfs, obextool, gphoto2, gphotofs, gmtp, jmtpfs, mtpfs, gthumb, gnokii, — instalados (e ao final desinstalados) pelo Synaptic, uma vez que o Discover só encontrou obextool, gmtp, gthumb. É possível que tenha faltado alguma ferramenta, instalada para complementar outros programas (Dolphin, Konqueror, Krusader, Gwenview…) no Kubuntu 14.04, talvez até antes de ter Nokia Lumia.

Reconhecimento imediato da câmera digital Sony DSC-H2 conectada por cabo USB

Já a conexão com a câmera digital Sony DSC-H2 por cabo USB não apresentou dificuldade alguma, — bastou plugar e ligar, para ser reconhecida e exibida nos “locais” e nas “pastas” do Dolphin.

Teste do scanner com Xsane instalado pelo Discover desde o início da sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenia beta2

Foi feito também o teste do scanner USB, — com o Xsane instalado pelo Discover.

De quebra


Foi constatado que lm-sensors, hddtemp e fancontrol não são indispensáveis para o Psensor, — que trabalhou perfeitamente, desde a instalação pelo Discover, sem nenhum crash.

Aliás, não houve crash neste terceiro teste de trabalho em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial beta2, — exceto um fechamento súbito do Dolphin (às 13:19 do dia 10), ao clicar com o botão direito do mouse em uma imagem TIFF, — sem perda de configuração, ao reabrir em seguida.

Isso, apesar de inúmeras mensagens de “Low disk space”, ao longo de todo o terceiro dia (11), a partir das 13:17. — Ou, melhor, uma notificação permanente no Painel, com alertas frequentes na área de trabalho.

Avisos de pouco espaço em “disco” (/home) ao longo do terceiro dia da sessão Live USB Kubuntu Xenial beta2

Esse aviso não se refere à “Memória”, em si, — houve só um momento em que chegou a ser usado 1,6 GiB dos 8,3 GiB Swap, caindo depois para 1,1 GiB, — mas ao “espaço” atribuído à “/home”. A certa altura, restavam menos de 160 MiB de “espaço” na “/home”. Esvaziar a Lixeira elevou o “espaço” restante para 190 MiB, o que ainda foi considerado muito pouco: — apenas 9% do “espaço” total atribuído a essa partição virtual.

Salvo melhor hipótese, isso talvez possa ser atribuído ao grande número de pacotes instalados ao longo da sessão Live USB Kubuntu Xenial beta2, — Gimp, Synaptic, Shutter, Kruler, Psensor, Chromium, fonts-arkpandora, ttf-mscorefonts-installer, muon + libmuon, pyRenamer, Xsane, mtp-tools, obexfs, obextool, gphoto2, gphotofs, gmtp, jmtpfs, mtpfs, gthumb, gnokii, Qlix, — mas a simples desinstalação de muitos desses pacotes (no dia 11) não voltou a aliviar a “/home”.

Apesar da notificação permanente e dos avisos frequentes, nenhum programa foi fechado ou poupado, para aliviar, — foram mantidos abertos (e usados o tempo todo): Chromium, Dolphin, Gimp, LibreOffice, System Monitor (KSysguard), Psensor, Gwenview, — e o trabalho prosseguiu sem nenhuma lentidão ou falha, por mais 15 horas.

Configuração de Pasta e Nome automático para salvar capturas de tela do Spectacle

Spectacle


A intenção inicial era utilizar o Shutter, — instalado logo no começo da sessão Live USB, — para a Captura de tela pela tecla PrtScn, salvando as imagens numa pasta específica, com nome automático no padrão YYYY-MM-DD_HH-MM-SS_Kxb2.png.

Porém, logo ficou claro que, no Kubuntu 16.04 Xenial Xerus, a atribuição da tecla PrtScn exige mais do que um simples “shutter -f”, — como acontece no Kubuntu 14.04 e no Linux Mint 17.3 Cinnamon.

Entre fazer um curso de KDE 5, — ou procurar outra solução mais imediata, — foi mais prático examinar melhor o Spectacle, e observar bem os atalhos existentes.

O Spectacle tem, sim, o recurso de salvar as imagens automaticamente, — apenas, fica escondida no atalho “Shift-Print”.

Bastou trocar esse atalho com o “Print”, — que, por padrão, apenas “chama” o Spectacle, exigindo uma opção e um “Salvar & sair”, — o que se torna muito chato, bem antes de chegar à 285ª captura de tela.

E o “Shift-Print” ficou para “apenas chamar” o Spectacle, — opção interessante para capturar Menus, por exemplo: — Você estabelece um “Delay” de 5 ou 15 segundos, clica em “Take new screenshot”, e tem tempo de sobra para abrir o menu e chegar ao sub-sub-menu que deseja documentar.

Meta-Print” permaneceu atribuído a capturar e salvar automaticamente a janela ativa, — coisa pouco habitual, até o momento.


pyRenamer


Mais uma vez, pyRenamer foi fundamental para enfileirar, — na ordem correta, — as primeiras capturas de tela, feitas até o momento em que o Fuso horário “pegou”.

Corrigindo os nomes dos primeiros screenshots pelo pyRenamer

Pelo formato de nome automático, bastou substituir o horário de Londres, — “_16-” pelo horário oficial do Brasil, — “_13-” nos primeiros screenshots.

O pyRenamer foi instalado através do Synaptic (embora encontrado também pelo Discover), assim como ttf-mscorefonts-installer, e também a substituição do “plasma-discover” pelo Muon Package Manager, e posterior des-substituição.

•• Falha prévia (II)


Também desta vez houve uma sessão prévia, — iniciada às 18:57 do dia 8 Abr. 2016, e abortada às 12:54 do dia 9, — falhada por 2 erros claramente humanos:

  • Tentativa de atribuir a tecla PrtScn ao Shutter. — Não funcionou, e não foi possível restabelecer a atribuição da tecla ao Spectacle, por não haver documentado a configuração original.

  • Erro na escolha do layout de Teclado (PT-PT!). — A causa do problema só foi “descoberta” depois de encerrada a sessão, examinando retroativamente as Capturas de tela.

•• Falha intermediária


Talvez fosse correto numerar esta “Falha prévia” como (III), uma vez que no primeiro teste de trabalho em Live Kubuntu Xenial (beta), também houve uma “sessão falhada”.

Porém, aquele primeiro teste de trabalho em Live Kubuntu Xenial (beta), não foi feito em sessão única, — mas, sim, em 3 sessões Live USB (3 dias consecutivos), — e a “falha” ocorreu na sessão intermediária.

Foi um primeiro “bate-cabeça” com o “Discover” (plasma), — e com o Ubuntu Software Center, — possivelmente também causado por falha humana.

Ponto provável de falha: — Talvez tenha clicado em algo que não o (esperado) “atualizar informações dos repositórios”? Em vez disso, teria clicado numa “atualização geral”? Vai saber! Não ficaram registros tão detalhados, que permitam certeza imediata, nem compensa obcecar-se numa investigação detalhista, e talvez inconclusiva.

As primeiras hipóteses eram muito vagas, em campos demasiadamente amplos, — inclusive “memória”, — e a providência imediata foi aprender mais sobre isso.

Só então (e por esse motivo), começou a boa prática de monitorar a “memória” (e o resto), —inicialmente pelo KInfocenter, pelo KSysguard, — depois também pelo Psensor.

Aliás, sem o Psensor, não arriscaria sessões de 30 ou 60 horas, sem primeiro substituir o cooler original pelo adquirido em Nov. 2015. E, mesmo assim, ainda teria dúvida em arriscar, “no escuro”. — “Ver” a real situação é o que transmite segurança.

No segundo teste de trabalho Live Kubuntu Xenial (beta2), voltou a ocorrer “bate-cabeça” com o “Discover” (plasma), mas, — sem documentar as Capturas de tela com o monitoramento pelo KSysguard, — persistiram dúvidas sobre o processo e o momento exato da instalação dos pacotes.

Fato é que o “plasma-discover” nãocomplica” a vida do “usuário comum” com indicações claras de que a instalação de pacotes tenha, de fato, terminado. Durante algum tempo, há indicações mais ou menos visíveis do andamento do processo. Depois, cessam, — é preciso passar o “mouse over” para ter alguma noção das fases de “download”, em seguida “instalando”, e por fim “Remover” (suposta indicação de “instalação concluída”). — E para casa uma dessas fases, é necessário retirar o “mouse over” e voltar, várias vezes, para ver se a situação já mudou.

Só neste terceiro teste de trabalho Live Kubuntu Xenial (beta2), finalmente, foi feito um acompanhamento mais exato, — pelo KSysguard, — dos processos de download e instalação de cada pacote.

Nada 100% “conclusivo”, — ao ponto de compreender a causa exata de cada falha anterior, — mas apenas o suficiente para afastar a maioria das dúvidas mais paranóicas, e para concluir que o “plasma-discover” pode ser usado. — Embora sem a menor intenção de usá-lo, exceto como ferramenta para instalar o Synaptic, o quanto antes, e nunca mais.

•• Conclusões


As únicas “falhas” realmente relevantes, nesses 3 testes de trabalho em Live USB Kubuntu Xenial (beta, beta2), foram, — ou podem ter sido, — de origem humana.

No entanto, — do ponto de vista de “segurança (para um leigo) em dispor de um sistema produtivo”, — a experiência desperta cautela quanto a outros aspectos, escaldados em sucessivas “migrações”, nos últimos 30 anos: — Apple OS → CP/M → MS-DOS → DR-DOS/Windows → Kurumin → Kubuntu, — passando pelo desaparecimento / perda de rumo de alguns softwares (Xerox Ventura Publisher, dBase), que em alguns casos ocasionaram perda total de trabalho acumulado (acervo digital), em outros casos exigiram horas excessivas para migração / conversão de arquivos, busca de alternativas (nem sempre satisfatórias), novo aprendizado (perda de produtividade) etc.

O “sistema principal”, — Kubuntu 14.04 LTS, — está operacional, satisfatório, plenamente produtivo, com um conjunto de aplicativos suportados em seus repositórios, e com as configurações acumuladas na “/home” ao longo de 4 anos. É o que comanda o backup diário, baixa as fotos do celular etc., — entre outras coisas, ainda não obtidas no “sistema alternativo” (Linux Mint 17.3 Cinnamon).

Isto sugere:

a) Instalar o novo Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerux, — sem urgência desatada, — inicialmente como “sistema alternativo”, até instalar e configurar todos os aplicativos necessários ao trabalho regular, conferir que ainda sejam os mesmos, ou, — se forem “substitutos”, — certificar que atendam às necessidades, aprender a usá-los etc.

b) Após Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus tornar-se o “sistema principal”, rever o uso do “sistema alternativo”, — não mais como “teste” de outras distros (Debian, Linux Mint), — mas para acompanhamento ativo  de novas versões intermediárias do próprio Kubuntu (16.10, 17.04, 17.10), pois fica evidente a inconveniência da longa acomodação a um LTS, seguida de súbita migração para outro LTS muito diferente.

Várias das “dificuldades” e estranhamentos experimentados agora, — num salto súbito do KDE 4.13.2 para 5.5.4, — já se teriam dissipado numa vivência sequencial do Kubuntu 14.10, 15.04, 15.10.

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Esta postagem foi inicialmente publicada às 23:58 de 9 Abr. 2016, com 1 imagem e alguns parágrafos, e desenvolvida até 1:15 de 12 Abr. 2016, com 17 imagens.
A sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenial beta2 (Daily Build 08-Apr-2016 05:38) foi carregada em 9 Abr. 2016, às 13:09, e prosseguiu até 2:30 de 12 Abr. 2016, totalizando 61h20min.
•• Reaberto em 16 Abr. 2016 para acréscimo dos tópicos “Falha prévia (II)” + “Falha intermediária” + “Conclusões”.

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Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”