quinta-feira, 31 de março de 2016

Fedora 24 alpha KDE em sessão Live USB

Tela inicial do Fedora 24 alpha KDE, às 14:47

Esta foi minha primeira experiência, na vida, com um Linux alheio à “família” Debian, — onde mal me viro com meia-dúzia de comandos básicos, — por isso, feitas as contas, o que parece um retumbante fracasso foi, na verdade, um aprendizado valioso. E nem um pouco desagradável. Gostei tanto, que entrei pela madrugada. Apenas, não consegui produzir nada, além de screenshots.

E que safra de screenshots!, — nada menos que 77, das 14:52 às 17:19, — quase todos com mensagem semi-transparente de erro.

Verdade, consegui fazer boa parte das configurações habituais, para trabalhar com mais agilidade, — mas o trabalho, mesmo, não andou, por falta de LibreOffice e de Gimp, e por impossibilidade de obtê-los. Boa parte dessas 2h30 minutos se gastou em luta com o Calligra (nunca usado antes) e com o instalador de programas.

Mas, foi instrutivo. O que sabia sobre o Fedora, era praticamente zero. — Ao passo que, agora, tenho meia dúzia de tópicos para pesquisar, caso queira dar mais um passo.

Fedora, download, Live USB


Fedora está em 5º lugar no ranking de “acessos por dia” do Distrowatch nos últimos 12 meses, logo abaixo do Linux Mint, Debian, Ubuntu e openSUSE. Trata-se de um ranking apenas de “interesse” (busca de informações). Nas últimas 4 semanas, havia caído para a 6ª posição, mas na última semana já recuperou e apresenta algum crescimento.

O Fedora 23 foi lançado em 3 Nov. 2015, — há 5 meses, portanto, — e no último dia 29 Mar. (anteontem), já foi liberada a primeira versão “alpha” do próximo Fedora 24 (Distrowatch), previsto para lançamento em Jun. 2016 (Wikipedia EN). O ambiente desktop padrão é o Gnome, mas oferece várias alternativas (Distrowatch). No site oficial, você se depara logo com 3 “Baixar agora”: — “Workstation” (desktop), “Server” e “Cloud”, — cujos links levam às versões Fedora 23, de 64bit (“x86_64_23-10”), pelo menos no meu caso.

Em vez disso, — se você procura um Fedora 23 “não-Gnome”, — veja no rodapé da página, embaixo do título “Download”, a opção (em letras miúdas) “Fedora spins”, que leva a uma página com as versões KDE, Xfce, Mate-Compiz, Cinnamon, Soas; ou a opção “Fedora Labs”, para versões especializadas “Design suite”, “Games”, “Robotics suite”, “Scientific”, “Security Lab”.

Pouco antes do rodapé, você passou pelo destaque “Fedora 24 Alpha released”, — que leva só às opções especializadas “Astronomy”, “Jam”, “Robotics suite” e “Scientific”.

Ou, escolha a última opção do rodapé, — “Torrent Downloads”, — que apresenta todas essas opções numa tabela simples (mas sem esclarecimentos).

Gerando a midia USB (Pendrive) do Fedora 24 alpha KDE por comando “dd

Esqueça o “USB Creator”, que ignora solenemente as ISOs do Fedora. Em geral basta triscar em qualquer outra ISO, para preencher com ela o campo respectivo. Mão há jeito dele aceitar uma ISO do Fedora. É o mesmo que você não clicar em em nada, — o campo permanece em branco.

Links sobre “como gerar a mídia”, no Guia oficial de instalação, te levam a uma enciclopédia, que dá a volta ao quarteirão. Boa parte das alternativas recomendadas dependem de você já ter um Fedora instalado, ou um Windows moderno, e/ou softwares de que nunca tinha ouvido falar, até ontem.

De todas as alternativas, a única ao meu alcance imediato era mesmo o comando “dd”:

dd if=/path/Fedora-XYZ.iso of=/dev/sdc

Depois de várias cabeçadas, — com o Fedora 24 alpha KDE, com o Fedora 23 KDE e com o Fedora 24 alpha Workstation (padrão: Gnome), — nova pesquisa sobre a geração da mídia apontou variações dentro do próprio site oficial:

bs=8M
bs=1M
bs=1M count=100
bs=8M && sync

Trata-se de diferentes versões do Guia, desde o Fedora 17 até o Fedora 23. É tentador deixar-se hipnotizar por miuçalhas como essa. Pesquisa adicional sobre o comando “dd” não sugere grandes probabilidades de resultado prático, caso faça mil testes em torno dessa hipótese. Fica o registro.

Num dos outros testes, mais tarde, utilizei “bs=1M”, mas não ouvi soarem trombetas.

Tela de opções para o carregamento do Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Boot


Ao inicializar o computador a partir do Pendrive, são oferecidas 2 opções principais, e 2 alternativas:

  1. Iniciar
  2. Testar midia e iniciar
  • Solução de problemas
  • TAB para configuração das opções

Escolhido “Testar a midia e inciar”, surgiu uma mensagem de “Supported ISO: no”, porém passou desapercebido, uma vez que o processo transcorreu rapidamente, e com toda aparência de sucesso.

Teste da midia USB (Pendrive) antes de carregar o Fedora 24 alpha KDE

Pesquisando mais tarde, na web, foram encontrados alguns registros de bug com essa frase, aqui e ali, porém nenhuma com prosseguimento aparentemente exitoso. São casos em que o bicho empacou.

Para um absoluto ignorante em Fedora, a tentação de se hipnotizar por essa frase também é grande. Fica o registro.

1ª sessão Live USB


A tecla PrtScn aciona o Spectacle, — com suas boas opções de “Salvar e sair”, e de Configurar o nome (automático) e a pasta onde os prints serão salvos, — mas a brincadeira foi muito mais divertida.

Relatório do crash do Spectacle, printado por ele mesmo, no Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Feita a configuração do nome automático (data_hora) e da pasta (F:\…\Fedora…etc), — imediatamente deu crash no Spectacle. — Mas, um crash curioso, pois ele continuou funcionando, e salvando com os nomes corretos, na pasta correta, por mais 2h30m.

Só de brincadeira, aproveitei para fazer um print do crash dele próprio.

Dolphin ajustado para agilizar o trabalho no Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Das 14:56 às 15:35 foram configurados o Fuso horário, o Dolphin, e o Gwenview, sem incidentes.

Depois das 15:37, a brincadeira começou a perder um pouco da graça.

Primeiro, porque a midia não inclui LibreOffice, — lidar com o Calligra, de improviso, pela primeira vez na vida, não foi muito produtivo, — e tampouco inclui o Gimp.

Algum tempo perdido no Apper, sem nenhum sucesso em instalar Gimp ou LibreOffice.

Forte sensação de que isso talvez não seja possível no Fedora em sessão Live USB, — mas nenhuma confirmação explícita encontrada, até agora, no site oficial ou na web.

às 16:26, Firefox sincronizado (Complementos e Favoritos), — System Monitor (KSystemguard) indica uso de 1,2 de 3,9 GiB da memória (e zero de 8,3 GiB swap).

“Erros inesperados” no Apper e no Spectacle, em sessão Live USB Fedora 24 alpha KDE

Às 16:42, — após sucessivas tentativas falhadas de instalação de software, — crash do Apper (“Out of memory”), e novo crash do Spectacle (///config/spectacler “not writable”). Mas, o Spectacle continua printando. Apenas, incluindo suas próprias mensagens de erro. — Uso de memória: 1,3 de 3,9 GiB.

Às 16:44, “erro inesperado” no Dolphin (continua funcionando) e no Spectacle (segue printando). — Daqui por diante, todos os prints de “erro” incluem também “erro” do Spectacle (às vezes superpostos).

Às 16:50, “erro” ao tentar fazer anotações no Calligra. Erro ao verificar o layout Teclado. Erro ao tentar uma visualização no Gwenview (///config/gwenviewrc “not writable”).

Às 17:16, Firefox desaparecido. Não pode ser aberto, porque já está aberto. Três tentativas de “encerrar” o Firefox pelo System Monitor (KSysguard), até 17:19.

Hora de encerrar a experiência, — já que não é possível receber as fotos enviadas do celular por email, nem editar imagens, nem vale a pena tentar trabalhar com um editor de textos (Calligra) nunca utilizado antes, sem Teclado PT-BR e sem acesso ao 3º nível.

2ª sessão Live USB


Confiado em experiências recentes, — com pausa, aviso para remover o Pendrive e clicar Enter, — acabei voltando ao Fedora 24 alpha KDE.

17:24 – Tela inicial do Fedora

17:26 – Dolphin aberto para buscar o primeiro PrtScn, gravado (por padrão) na pasta /home/Pictures

17:27 – Dolphin → partição F:\ — para montar, antes de configurar o Spectacle para gravar nela os prints… Epa. Mensagem de erro.

17:43 – System monitor, com Dolphin, Firefox, Gwenview e Calligra abertos

17:44 – System monitor, após novo crash do Firefox… com mensagem de erro também do Spectacle.

Tira-teima


Não fiquei nem um pouco satisfeito com esse desfecho. Mas, tampouco via motivo para prosseguir. Por todos os lados que considerasse a experiência, não era possível ver utilidade em tentar “trabalhar em sessão Live USB” com uma ISO sem Gimp, sem LibreOffice, e aparentemente sem possibilidade de instalar, sequer, uma fonte de letra.

Para tirar uma prova, baixei e rodei mais 2 ISO Fedora:

  • 31 Mar., 0:06 → Fedora 23 KDE
  • 31 Mar., 18:00 → Fedora 24 alpha Workstation (Gnome)

No primeiro caso, para ver o KDE em um Fedora já lançado. — No segundo, para ver o Fedora 24 alpha sem o KDE.

Live USB Fedora 23-10 KDE


Por quase 3 horas, de 0:06 às 2:58, foi possível trabalhar razoavelmente, — em especial, colocar em dia a comunicação (Firefox com complementos), por quase uma hora, sem problema, — e depois, levantar o relato cronológico da experiência, a partir dos prints, usando Gwenview e Dolphin. Dessa vez, o Teclado ABNT2 funcionou sem problemas no Calligra.

Feito tudo que havia para ser feito, era hora de cutucar a onça.

“Read-only file system” no Apper em Live USB Fedora 23 KDE

Às 3:06, aberto o Apper. Dá impressão de que precisa de um longo tempo, antes de começar a funcionar. No começo, não encontra nada, embora pareça normal. Às 3:13 → “Aconteceu algum errro que não era esperado”. Às 3:19, finalmente começa a encontrar as coisas digitadas no campo de busca. Às 3:26, instalar Gimp e Vermana2000. Às 3:27, “problema” no Apper.

  • Às 3:32, Firefox avisa: “Sync encountered an error while syncing: Unknown error”.
  • PrtScn não funciona mais.
  • Apper fecha inesperadamente, ao dar Esc para fechar uma subjanela.
  • Terminal não abre.
  • Firefox, fechado há pouco, também não abre mais.
  • Menu → Shutdown → Não acontece nada.

Sessão encerrada pelo botão de energia.

Fedora 24 alpha Workstation (Gnome)


17:53 – Concluída gravação da ISO no Pendrive.

18h00 – Acumulado ateh aqui: (1) Crash logo na tela de pre-entrada, ~Try or install~, mandei Reload (ver foto NL), e apagou o aviso. (2) PrtScn nao reage, e nao ha nada em /home/Pictures, (3) Gerenciador de arquivos muito simples, sem nome, sem ~About~, a muito custo descobri o caminho para umas pobres configuracoes, no entanto bastou ajustar as propriedades de visualizacao de 1 pasta, e fez efeito geral, (4) Tem LibreOffice, (5) Tem um Screenshot, que oferece nomeacao automatica de arquivos no formato ~Screenshot from 2016-03-31 17-20-19~ e daih por diante lembra a pasta escolhida antes. Mas nao responde ao PrtScn, eh preciso procurar no menuzao.

18h27 – Keyboard. Clicado em Add para adicionar PrtScn, e a janelica de configuracao desapareceu. Alt-Tab nao acusa sua existencia, soh LibreOffice e Gerenciador de arquivos. Reaberto pelo caminho burocratico (Atividades, Quadro de bolotas, exibir um punhado de icones enormes ocupando toda a tela). Parece configurada PrtScn, sim, soh que nao funciona.

Layout de Teclado aparece em Region & language, Input sources. “+” para adicionar, Portugues (Brasil), ok, e já começou a valer no LibreOffice, sem nem precisar fechar e abrir de novo.

18:37 – Firefox conectado, já fez Sign in e já está sincronizando. Navegação normal, até parece mais ágil do que no Kubuntu instalado. Mais leve no FB. – Flash unavailable.

19:18 – Nada mais a fazer por aqui. Pouquíssimos softwares (cabem quase todos numa tela, mesmo abusando da enormidade dos ícones), e a maioria não interessa neste momento (som, fotos, vídeo, Evolution para emails).

19:28 – Restaurado o Gerenciador de arquivos, e apareceu tudo no formato de ícones enormes, inclusive a pasta que estava aberta com exibição em lista. Tudo bem, bastou ajustar numa aba, e voltou a valer para as outras abas.

20:10 – Disparado o comando:

  • su
  • dnf install gimp

A princípio, pareceu funcionar, depois começaram a surgir erros, — deixo de transcrever as 395 linhas do Terminal, — mas, pelo menos, não deteriorou o sistema inteiro.

A penúltima das 395 linhas diz o seguinte:

Message: "[Errno 30] Read-only file system: '/var/cache/dnf/expired_repos.json'"

21:50 – Nada mais a fazer, sem Gimp, sem PrtScn ágil, sem quase nada configurável.

Aprendizado


Por incrível que pareça, foi muito instrutivo esse contato inicial com o Fedora, — aprender não é só obter domínio imediato, mas também identificar dúvidas e pontos a pesquisar.

A aparente impossibilidade de instalar, sequer, uma fonte de letra em sessão Live USB, — embora não encontre afirmação explícita neste sentido, — sugere que a resposta não seja tão simples.

Também ficou evidente, — ainda que de modo indireto e meio distante, — que a “zona de conforto” do Kubuntu 14.04 LTS (com KDE 4) pode ter levado a descuidar do que se passa no KDE 5.0 (Jul. 2014!), … 5.5, 5.6.

Régua de tela (Kruler) descoberta no Fedora 23 KDE

Este relato foi publicado inicialmente às 9:59 de 31 Mar. 2016, com 1 imagem, e as informações de download e gravação da midia. — Tudo mais foi acrescentado das 17:40 de 2 Abr. às 2:30 de 3 Abr., — sempre em Kubuntu 14.04 (HD).

Também em Kubuntu 14.04 (HD) foram renomeadas em massa as fotos de celular, com pyRenamer, para se enfileirarem cronologicamente com os prints do Spectacle feitos no Fedora 24 alpha KDE.

Apenas o levantamento cronológico, com base nos prints e fotos assim alinhados, foi feito em sessão Live USB Fedora 23-10 KDE, usando Calligra, Dolphin e Gwenview.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians



Testes de trabalho em “Live USB”


segunda-feira, 28 de março de 2016

Instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon em 28 minutos

Instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon concluída às 21:32

Depois de trabalhar 4 dias no Linux Mint 17.3 Cinnamon carregado a partir de um Pendrive, finalmente decidi instalá-lo em substituição ao Kubuntu 32bit que vinha usando como sistema secundário durante uns 6 meses (o sistema principal continua Kubuntu 64bit).

As características e alternativas deste Linux Mint 17.3 (codinome “Rosa”) foram descritas, resumidamente, em outro relato separado, — Boot com “Live USB” (pendrive) Linux Mint 17.3 Cinnamon, — sobre o download da ISO, a criação do Pendrive “bootável” e como fazer o Pendrive “voltar ao normal”.

O “teste de trabalho em Live USB” foi feito nos dias 15, 16, 17 e 18 de Janeiro, e ao final do dia 18 decidi instalar.

A instalação foi rápida, das 21:04 às 21:32, sem nenhum percalço, e quase não apresentou diferenças em relação à instalação do Linux Mint 16 Cinnamon em 2014.

Eis o relato, extraído dos PrintScreen feitos ao longo do processo, — e transferidos regularmente de /home/Pictures para o HD, uma vez que as pastas “nativas” de uma sessão “Live USB” são apenas virtuais, e desaparecem ao reiniciar o sistema.

Escolha da linguagem (PT-BR), logo no início da instalação do Linux Mint, com a opção de ler as “notas da versão”

21:04 – Requisitos para instalação do Linux Mint: espaço em disco (9,4 GB) e conexão web.

Escolha da linguagem: Português do Brasil.

Você também pode ver as “notas da versão”.

Detectadas partições montadas durante o dia

21:05 – O instalador do Linux Mint 17.3 detecta partições montadas em sda e sdb.

Se não desmontá-las, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nesses discos, — mas poderá instalar utilizando as partições já existentes.

Isto não era problema, pois pretendia utilizar as mesmas partições que eram do Kubuntu “secundário”, — portanto, sem necessidade de criar ou redimensionar.

Escolhi a “Opção avançada” para ter controle “manual” sobre a utilização de partições já existentes

21:06 – Escolha o tipo de instalação do Linux Mint: — “ao lado” dos sistemas já instalados; — ou apagá-los (apagar “o disco”); — ou Opção avançada.

21:07 – Escolhi a “Opção avançada”, para ter controle “manual” das partições a serem usadas.

Escolha da partição onde será instalado o Linux Mint 17.3 Cinnamon

21:08 – Selecionando sdb7 (onde estava o 2º Kubuntu, i386). Clique em “Change” para “Editar” a partição sdb7.

21:09 – Selecionando sistema de arquivos “ext4” para sdb7; — “ponto de montagem” → “/” (“raiz”: sistema e programas); — e “Formatar”.

Na verdade, não era preciso mandar “Formatar”, pois a partição usada como “raiz”, — sistema e programas, — sempre é automaticamente apagada, para receber a nova instalação.

Importante: — Notar (na parte de baixo) que escolhi gravar o “carregador de inicialização” (dual boot) em sda — Samsung em SATA 1 = hd0, — onde está o Windows (que “precisa” estar no primeiro HD, “senão, não brinca”).

O “dual boot” é que, — ao ligar o computador, — irá lhe apresentar um menu para você escolher qual sistema deseja usar. No meu caso: Kubuntu, Linux Mint e Windows.

21:10 - Um aviso: — “Antes que possa redimensionar a partição, mudanças prévias (feitas até aqui) precisam ser gravadas em disco. Isso não poderá ser desfeito”. — Como disse, não pretendo redimensionar nenhuma partição. Além disso, por haver partições “montadas”, não poderia mesmo redimensionar nenhuma outra partição nesse HD.

A parte mais séria deste aviso é que, — depois de avançar para a próxima etapa, — não poderá mais desfazer.

Em seguida, ao selecionar sdb8, — próximo passo, — o sdb7 já não consta mais como partição do Kubuntu “secundário”. Receio que, se desistisse agora, ele já estaria perdido.

Escolha da partição “/home”, — onde ficam documentos (e também as configurações); — manter o mesmo “sistema de arquivos” e não formatar, para não perder tudo

21:11 – Clique em “Change” para “Editar” a partição sdb8. Sistema de arquivos ext4 (mantido). Ponto de montagem: “/home” (Documentos e Configurações). Não marcar para formatar!

Importante: — Nunca é demais lembrar que, se escolher um sistema de arquivos diferente, essa partição será apagada, — mesmo que você não marque para “formatar”.

Isto seria muito chato, porque ali estão os documentos, fotos etc. do antigo Kubuntu “secundário”, — assim como todas as configurações que venho acumulando há alguns anos, desde quando o sistema “secundário” ainda era o Mint Xfce, depois o Debian, depois o Mint 16 etc.

A cada novo sistema que você instala, não é necessário configurar tudo de novo. Por exemplo, teclas de atalho do Gimp e do LibreOffice, que já tive um bom trabalho para configurar, ao longo dos anos, continuarão funcionando também no novo Linux Mint.

21:12 – Selecionando sdb6. “Change” para “editar”. Automaticamente detectado formato “swap”, e sugerida “montagem” como “Área de troca” (memória).

Na verdade, nem precisa se preocupar com isso. Qualquer Linux que você carregue a partir de um CD, DVD, Pendrive, ou instale no HD, automaticamente detecta a existência dessa partição “swap” e passa a usá-la como “Área de troca”. Por isso, não vale um PrintScreen furado.

“Opção avançada”


O particionamento do 2º HD (“sdb”) vem sendo mantido, — sem alterações, — desde 2011.

As 5 partições, num desenho bem simples: o Swap é um só, para os dois sistemas Linux

Em suma, existem 5 partições:

Linux I

sdb1 –   20 GiB → /
sdb5 – 178 GiB → /home

Linux II

sdb7 – 16 GiB → /
sdb8 – 75 GiB → /home

Linux I e II

sdb6 – 8 GiB → /swap

Por isso, não há muito o que pensar, — basta olhar nas anotações, — e poupa muito tempo, a cada nova instalação.

Escolha do fuso horário: na verdade, implica em um conjunto de configurações regionais

21:13 – Escolha do Fuso horário.

Parece bobagem, mas vale lembrar que a escolha do Fuso horário tem várias implicações.

Se escolher uma cidade da Groenlândia ou da Argentina, por exemplo, — que têm “a mesma hora” no mapinha, — o sistema vai oferecer uma série de “padrões regionais” muito diferentes do que você espera. Numa planilha, por exemplo, datas e valores monetários serão exibidos (e interpretados) de modo inesperado.

Se você mora no Rio Grande do Sul e escolhe Belém ou Recife, também poderá ter alguma surpresa quando iniciar ou terminar o Horário de verão.

Nada de grave, claro, — você poderá corrigir isso a qualquer momento, com 2 ou 3 cliques, — mas é possível que as datas dos documentos, fotos etc. que você salvou antes de fazer a correção, se embaralhem um pouco.

Se seu trabalho envolve “documentar” qualquer coisa, envolvendo horários, é melhor escolher certo desde o início.

No Centro-Sul, não existe “Rio de Janeiro”, nem “Belo Horizonte”, nem “Brasília”, nem “Porto Alegre” etc.  — A única opção é mesmo “São Paulo”.

Todas as outras opções ameaçam conter alguma especificidade em relação à “hora oficial de Brasília” — inclusive diferenças (atuais ou recentes) quanto ao Horário de Verão.

Escolha do layout do Teclado na instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon

21:14 – Escolha do Layout do Teclado. A opção “Português (Brasil)” (PT-BR) é o “ABNT2”, para a imensa maioria de teclados existentes à venda no país.

Após mais 12 minutos, a instalação do Linux Mint aproxima-se do final: nome, usuário, senha etc.

21:26 – Segue-se um intervalo de uns 12 minutos, — com atividade furiosa de formatação, cópia e/ou instalação no HD*, — até que o instalador do Linux Mint pede seu Nome completo, Nome do computador, ID de usuário, Senha de Administrador.

* A conexão não parece pesar significativamente no tempo de instalação. Os 28 minutos desta instalação, — com conexão de 10 “Megas” (1,2 Mbps), — são praticamente os mesmos 27 minutos da instalação de outro Linux Mint anterior, há 2 anos, usando conexão de 1 “Megas” (128 Kbps).

Ele rejeitou senha com menos de (6? 7?) letras e dígitos, — mas aceitou uma senha um pouco maior, mesmo alertando que ainda era “insegura”, — e é claro que rejeita a senha se você não conseguir repeti-la no segundo campo.

Nesse ponto, você também já pode decidir se o sistema deverá logar automaticamente, ou se deve pedir senha, ao iniciar cada nova sessão. Isso pode ser alterado depois, a qualquer momento.

21:27 – Bem-vindo ao Linux Mint: inicia apresentação de slides sobre ele.

21:32 – Estava transferindo os prints de /home/Pictures para uma partição do HD, quando chega o aviso: — “A instalação terminou. Você pode continuar testando o Linux Mint agora, mas até reiniciar o computador, quaisquer alterações que você fizer ou documentos que você salvar não serão preservadas”.

21:33 – Acabo de transferir os últimos prints, da pasta virtual /home/Pictures para o HD.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


sexta-feira, 25 de março de 2016

Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS em teste de trabalho “Live USB”

Sessão “Live USB” Kubuntu 16.04 LTS (Xenial) beta com Firefox, Gimp, 2 LibreOffice, Dolphin (3º dia)

Deu algum trabalho, colocar o Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS em condições de “produtividade”, numa sessão “Live USB”.

Na verdade, 3 sessões, até o momento: no dia 23 (das 15:50 às 23:20), no dia 24 (das 10:00 às 14:00), e hoje, dia 25, começando às 12:08 (PS.: até 23:30).

A ideia é fazer um “teste de trabalho”, — o que envolve configurar o ambiente e alguns programas para adequá-los aos hábitos de trabalho diário, em especial: Fuso horário, Teclado, PrintScreen, Dolphin, Synaptic, Gimp, Firefox, fontes Verdana etc., e publicar um relato detalhado — sem prejudicar as demais tarefas.

No momento em que começo a escrever este relato, o “Daily build” já oferece a ISO beta2, datada das 5:50 da manhã de hoje (25), — mas, sigo testando a beta liberada no último dia 23, às 8:42, para não introduzir novas variáveis no teste já iniciado.

Gerando o “Live USB” do Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS por comando dd

A imagem ISO foi baixada do “Daily build” no dia 23, mas o “USB Creator” apresentou erro ao tentar gerar o Pendrive “bootável”. O jeito foi usar o comando dd:

dd if=/path/file.iso of=/dev/sd? bs=8M

1ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


Nesse dia 23, fiz as configurações habituais, — Fuso horário, Relógio, ajustes do Dolphin, Gwenview, wallpaper, sincronização do Firefox, instalação do Synaptic, Teclado ABNT2, fontes Verdana, — tirei uns 30 prints, e sondei as possibilidades, das 15:50 às 17:40.

A mudança do Fuso horário fez efeito de imediato (15:58). Configurar as opções regionais (PT-BR) é perda de tempo, pois só faz efeito reiniciando (inútil numa sessão “Live USB”, que não deixa lembrança). De início, não percebi que o formato 24-h do Relógio precisava ser desmarcado, para então marcar outra vez (vem apenas “meio” marcado).

Basta um F4 para desativar o painel lateral do Gwenview, que apenas repete o nome e as dimensões da imagem (já exibidos na barra de título).

Perdi mais algum tempo teimando contra o Gwenview. Configurei o sistema para visualizar imagens no ImageMagick, mas também não gostei. Pensei em instalar o “eog”, — “Eye of Gnome”, — e verifiquei que isso envolve 17 pacotes, incluindo meia dúzia de “gir”. Acabei voltando para o Gwenview, — que, afinal, aceitou atribuir “Esc” como atalho para Sair (ainda não verifiquei se já aceitava isso no Kubuntu 14.04, e eu não sabia).

PS.: Sim, no Kubuntu 14.04 o Gwenview já personalizava atalhos (27 Mar. 2016)

Também sondei a instalação do Shutter (envolve uma lista interminável de pacotes), e acabei descobrindo que o Spectacle, — substituto do antigo Ksnapshot, — oferece quase todas as vantagens do Shutter.

PrintScreen com Spectacle: opções configuráveis de “Save & Exit

Onde o Ksnapshot oferece apenas a opção de “Salvar como”, — e a cada Print você devia escolher um nome, ou aceitar o mesmo nome anterior, acrescentando / incrementando uma numeração, — Spectacle oferece várias opções, começando por “Save & Exit” (que encerra a questão) e “Configure save options”.

Configuração de Pasta e Nome automático de PrintScreen no Spectacle do Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

Com total liberdade, escolhi salvar na pasta “/media/kubuntu/F/Byteria/2016-03-23_Kubuntu_Xenial/PrintScreen/”, com um formato de nome automático “Ano-Mês-Dia_Hora-Minuto-Segundo_Kx” (para diferenciar dos prints do Kubuntu 14.04 instalado). O próprio Spectacle orienta quanto à sintaxe:

%Y-%M-%D_%H-%m-%S_Kx

Observe M, D (maiúsculas) e m (minúscula), — diferentes da sintaxe utilizada no Shutter e no Gadwin.

Feito isso, faltou pouco para ser perfeito: — Não captura menus (layers), nem captura a si mesmo em ação. O jeito foi apelar para o Nokia Lumia (que às vezes tem essa dificuldade em focar na tela).


Verifiquei que o Gimp não veio instalado, e isso me desanimou um pouco, — pensando numa dificuldade que tive ao usá-lo para um trabalho pesado, numa sessão “Live USB” do Lubuntu Xenial (alpha), — dificuldade que, afinal, não tinha nada a ver com o Gimp, nem com o Lubuntu Xenial, nem com qualquer limitação de uma sessão “Live USB” (como constatei depois, ao testar de novo).

Verifiquei que a instalação do Gimp não envolvia tantos pacotes quanto a do eog ou a do Shutter, mas mesmo assim resolvi pensar mais um pouco.

Essa avaliação prévia da instalação de programas foi possível, porque tratei de instalar logo o Synaptic.

Discover (Muon) trava qualquer ação, até o final do filminho: dá tempo de fazer pipoca

O Discover (“Descobridor do Muon”) conseguiu ficar ainda pior do que já era, quando instalei o Linux Mint 17.3 Cinnamon, fazem apenas 2 meses. Agora, ele te aluga por vários minutos, enquanto oferece, vagarosamente, tudo o que você não está procurando no momento. Isso, a cada vez que é aberto de novo.

Felizmente, agora ele é capaz de encontrar o Synaptic. Com bastante paciência, acaba chegando o dia em que ele lhe permite digitar “Synaptic”, — e você manda instalar, rápido, para se livrar logo dessa íngua.

Até aí, 17:40, tudo correu bem, — e continuou assim, até o final da noite, a julgar pela ausência de anotação em contrário, ou qualquer PrintScreen com registro de falhas.

A vontade era de instalar logo de uma vez o Kubuntu Xenial 16.04 (beta) em cima do Kubuntu 14.04, — que é meu sistema “principal”, — mas o bom-senso lembrou que “isso não se faz”.

Deixei o assunto borboletando na cabeça e toquei as atividades cotidianas, — ainda na sessão “Live USB”, — até as 23:20, sem maiores dificuldades (que me lembre).

2ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


No dia 24, repeti os passos da véspera, — Fuso horário, Teclado, PrintScreen, Dolphin, Synaptic, Gimp, Firefox, fontes Verdana, — testando algumas variantes, anotando tudo, fazendo mais alguns prints, sem pressa de chegar.

10h00NumLock ativado.

Dolphin (right-click → Favoritar*) → montar a partição “F:\” — onde quero gravar os PrintScreen automaticamente; e também a /home do Mint, onde quero buscar um papel de parede.

* O Menu do KDE já foi melhor, em priscas eras (acho eu); mas de uns anos para cá inventou o zig-zag: você clica, ele abre; você vira à direita, para Aplicativos, e só vê “categorias”. Você abre uma “categoria”, mas o que procura não está lá. Então você leva o mouse até lá em cima, pede para voltar a “Todos os aplicativos”. Olha de novo as “categorias”, resolve procurar em outra… e assim por diante. É claro que sempre pode digitar o nome do que procura, e aparece na hora… desde que você saiba ou lembre o nome do que procura! Não é o caso, quando pega uma nova distribuição (pacotes vão, novidades vêm), e ainda por cima, no “Live USB”, vem tudo em inglês. Portanto, ao encontrar cada item que vai usar, clique logo com o botão direito e selecione “Add to Favorites”. Aí, basta abrir o Menu KDE, e já dá de cara com o que precisa. Dolphin, por exemplo, que não veio na barra inferior (ou “Painel”).

Configura Spectacle. Teclar PrtScn e “Ok” é muito melhor do que tentar descrever (com lápis e papel) o que se passa na tela.

  • pasta: /media/kubuntu/F/Byteria/2016-03-23_Kubuntu_Xenial/PrintScreen/
  • formato de nome: %Y-%M-%D_%H-%m-%S_Kx

Ajustes iniciais do Dolphin, para uso intensivo no Kubuntu Xenial (beta) em Live USB

Dolphin → alarga 100%, alarga painel (esq.) — F7 exibe Folders no painel (esq.) — F9 exibe Places (painel esq.) — F11 exibe Informations (painel direito) — right-click titulo de coluna → exibir Type. — Com esses passos, o Dolphin fica plenamente navegável pelo painel esquerdo, exibe informações dos arquivos no painel direito (inclusive Preview de imagens), e os arquivos podem ser rapidamente ordenados por nome, data, tipo, tamanho. — Exibição em lista detalhada, claro.

GwenviewF4 para desativar painel lateral. — Atribuir Esc → Sair.

right-click na area de trabalho → wallpaper → /home do Mint → Chopos.

10h30 → coffee break.

10h55 → Right-click ClockAdjust date and timeTime Zone.

  • Set time formatRegion, depois marca Detailed settingsApply
  • Digital Clock SettingsShow date, — Use 24-hour Clock*, — Date formatLong Date

Use 24-hour Clock vem só ½ marcado: desmarcar, marcar de novo.

MenuSystem Settings → right-click → (Favoritar) → Input devicesKeyboard.

Layouts → desmarcar Show layout indicator, — marcar Configure layouts+ Add → limitar busca → Portuguese, layout → Portuguese (Brazil), Default, (Preview), Apply; — Advanced → marcar Configure layout optionsKey to choose 3rd levelLeft-WinApply.

m², m³, 1º 1ª →↓ø£¢¹ «aa»© acentuação

DolphinControlShow menu bar; — ViewAdjust view properties → Use these view properties as default.

Firefox — Menu → Exibir Barra de Favoritos; → Sincronizar. — login → Google, Facebook, Twitter etc. — Volume de som → de 45% para 80%.

12:30 → pausa para colocar em dia a comunicação nas redes sociais.

Resumo do Kubuntu 16.04 Xenial (beta) e do hardware às 11:41 do 2º dia (24)

Uso da memória na sessão “Live USB” Kubuntu Xenial, com Gwenview, Dolphin e LibreOffice abertos

13:15Kinfocenter → Memória (com Firefox e LibreOffice abertos). — Para um leigo, as indicações são de leitura confusa, pouco úteis, e até alarmantes. Boa parte da memória que parece “ocupada”, por exemplo, na verdade é devolvida sempre que um programa precisa.

Software center Discover (Muon) → introduz uma lentidão enorme, travando qualquer ação por longo tempo. → instalar Synaptic, urgente.

Aí, começaram os problemas.

Synaptic não abriu. — Removi, reinstalei, e não resolveu: continuou não abrindo.

Das 13:17 às 14:00 h, perdi tempo à toa.

De volta ao “Descobridor” do Muon → (assistir filminho) → instalar Ubuntu Software Center → remover / instalar Synaptic (3ª vez; constam as anteriores no Histórico); não funcionou. Tentativas de atualizar as informações dos repositórios. → Provavelmente, mandei fazer algo que não era o que estava pensando.

O Dolphin fechou inesperadamente: “Error — Plasma”. Notificação: “To many files open”: Possíveis razões: erro durante o último upgrade do KDE, deixando órfão um módulo de controle. Ou, você tem algum módulo de terceiros etc. Verifique esses pontos cuidadosamente e tente remover o módulo mencionado na mensagem de erro. Se isso falhar, considere contactar seu distribuidor ou empacotador etc.

Tentei reabrir o Dolphin, e não obtive resposta.

Por fim, o próprio Menu do KDE deixou de responder.

Ctrl-Alt-Del → Restart → Please remove the installation medium, then press Enter.

Àquela altura do dia, nem pensar em começar tudo de novo.

Terceiro dia (25)


No dia 25, — usando o Linux Mint 17.3 Cinnamon, — procurei saber tudo que pudesse interessar sobre “uso da memória” no Linux, e que ainda não sabia.

Foi bom saber, por exemplo, que aquelas indicações assustadoras do KInfocenter sobre o uso da “Memória física” não eram para ser levadas a sério: — Diskbuffers e Diskcache estão “disponíveis”, sempre que algum programa precise. Aliás, a absoluta falta de uso da Memória swap não indica nenhum “problema” (como cheguei a especular), mas apenas isso: — Tem tanta memória livre, que não é necessário recorrer ao swap.

Sem esse aprendizado adicional, logo cedo, provavelmente não insistiria em (tentar) trabalhar em sessão “Live USBKubuntu 16.04 Xenial (beta).

Aproveitei para fazer, — ainda no Linux Mint, — um teste de uso de memória, usando o “Monitor do sistema” (Gnome System Monitor), que tem todo aspecto de ser este mesmo “System Monitor” (KSysguard) usado agora na 3ª sessão.

No Linux Mint, com 2 abas do Chromium, 2 ou 3 abas no Dolphin, e mais o Psensor, eram usados apenas 1,4 de 3,9 GiB (37% da “Memória física”); e zero da Memória swap.

Com 9 programas abertos, — incluindo Gimp, Chromium e Firefox com várias abas (Facebook em ambos) etc., — mal consegui usar 2,5 de 3,9 GiB (65% da Memória física); e 1,4% da Memória swap.

Fechando tudo (exceto Dolphin e Psensor), o uso de Memória física desaba rapidamente para 22%, praticamente a marca inicial do dia.

KSysguard versus KInfocenter no Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

3ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


A 3ª sessão “Live USBKubuntu Xenial (beta) foi carregada às 12:09 do dia 25.

NumLock, Fuso horário, Relógio, Spectacle, Dolphin, KSysguard etc.

Às 12:22, com o Dolphin aberto, o KSysguard indicou o uso de apenas 0,7 de 3,8 GiB da Memória física; e 0% da Memória swap.

Pelo Discover (Muon), foi instalado o Synaptic. — e imediatamente foi instalado o Gimp + fontes “Veranda” (substitutas de Verdana).

Uso de memória em Live USB Kubuntu Xenial (beta) durante download do Gimp e Veranda

Com novo papel de parede (Chopos), — abertos Dolphin, 2 janelas LibreOffice, Desktop settings, Software updates (Update manager) baixando informações dos repositórios, — KSysguard indicou uso de 1,0 de 3,8 GiB (e 0% swap).

Após configurar e sincronizar o Firefox (addons etc.), e com 2 abas, o uso de memória chegou a 1,4 GiB.

Rotacionando imagem no Gimp em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

Abrir o Gimp, por si só, — após fechar Desktop settings e Update manager, — não alterou nada (13:30 — imagem no topo desta postagem).

Com 6 abas abertas no Firefox (incluindo Facebook), o uso da memória RAM foi a 1,7 GiB.

Crash do Dolphin em Live USB Kubuntu Xenial (beta), às 15:02

Foi após ter fechado a aba Facebook, que finalmente houve um fechamento inesperado do Dolphin, por volta das 15:00, — acredito que sem relação. Duas imagens já tinham sido editadas no Gimp e postadas aqui.

Mais tarde, às 17:25, houve um segundo crash do Dolphin, — e mais nenhum problema até 23:30, após editar e postar 11 imagens no Gimp, sempre com as 2 abas no Firefox e 2 janelas LibreOffice.

Após cada crash, o Dolphin reabriu normalmente, mantendo as mesmas configurações de largura, colunas, painéis, barra de ferramentas etc.

Uso da memória RAM em Live USB Kubuntu Xenial (beta), ao final desta postagem, às 22:20

PS.: Esta postagem foi “publicada”, inicialmente,  em 25 Mar. 2016, às 13:59, — com 1 imagem e 1 frase, — e desenvolvida até 22:18 (já com 6 imagens), trabalhando em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta).

No mesmo dia, foi reaberta para inserção de mais 5 imagens, concluindo às 23:03. A sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta) prosseguiu até 23:30.

Posteriormente, foi reaberta para revisão em 27 Mar. 2016, das 13:30 às 16:00, no antigo Kubuntu 14.04 (instalado); e novamente em 28 Mar. 2016, no Linux Mint 17.3 Cinnamon (instalado).

— … • … —

Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


terça-feira, 8 de março de 2016

Padronizando PrintScreen no Linux e Windows com Shutter e Gadwin

Prints do Mint, Kubuntu e Windows numa só pasta, com nomes padronizados. Veja “Atualização”, no final

Diferentes “comportamentos” da tecla PrtScn (PrintScreen) no Kubuntu, no Linux Mint e no Windows XP começaram a criar “dificuldades” para o trabalho do dia-a-dia, — mas, ao mesmo tempo, abriram horizontes para melhorar essa tarefa simples, ao investir na padronização dos três ambientes.

Fogo de pedra


No Windows XP, até onde pude verificar, a tecla PrtScn limita-se a copiar a imagem da tela para a “área de transferência”. Então, você abre um programa de edição de imagens, “cola” nele o conteúdo da “memória”, e salva com o nome que quiser, na pasta de sua escolha, no formato que preferir.

Como não pretendo adquirir novas licenças, — nem do XP, nem dos velhos aplicativos usados nele para abrir o acervo de velhos arquivos, — me limitei a aproveitar, da melhor maneira possível, as possibilidades nativas daquela época. O velho Photoshop detecta a captura de tela na “memória” e já cria a “nova imagem” (em branco) no tamanho adequado. Para salvar em formato JPG, — que não admite “camadas”, — criei um “atalho personalizado” (Ctrl-Alt-X) que “achata” a imagem colada, e isso “economiza” uma etapa no processo: não precisa abrir um diálogo advertindo, perguntando etc. Da primeira vez, você escolhe o formato JPG, bem como a pasta onde quer salvar; — e daí por diante ele mantém esses parâmetros.

É trabalhoso, mas depois de uns 10 anos você acaba fazendo tudo isso tão rápido e “automático”, que até acha “normal” esfregar gravetos para fazer fogo.

No Linux


No Kubuntu, — que venho atualizando a cada novo “LTS”, desde 2008, — não lembro mais como era “antigamente” (e menos ainda, no Kurumin). Agradável surpresa, foi um dia descobrir o Klipper (Cliboard Manager), que guardava meia dúzia de “memórias”, sem que a última apagasse as anteriores. Depois, “apareceu” (ou descobri?) o Ksnapshot, que de cara já oferece para salvar a captura de tela, no formato que você quiser, e na pasta que preferir. Você escolhe uma pasta e um nome-de-arquivo, — digamos, “Print-de-tela_001.png”, — e ele vai incrementando o número a cada nova captura. Na prática, logo me acostumei a salvar em pastas específicas, com nomes relevantes (mais “_001”), o que compensa o tempo tomado por esse diálogo a cada mudança de assunto. De qualquer modo, era um tremendo avanço em relação ao velho Windows XP.

Certo dia, ao instalar pela primeira vez um Linux Mint, — ou terá sido um Ubuntu?, — tive a desconcertante sensação de que a tecla PrtScn “não funcionava”. Não abria diálogo para escolher nome, formato, pasta etc., nem guardava imagem alguma na “memória”, que pudesse colar no Gimp. Para não perder tempo, adotei o hábito de instalar o Ksnapshot, como procedimento-padrão de pós-instalação, em qualquer sistema onde o PrtScn não desse “sinal de vida”. Um dia, acabei descobrindo as capturas de tela do Mint (ou do Ubuntu?), gravadas automática e silenciosamente na pasta “Imagens” (ou na “Home”, conforme a distro). Descoberta a pólvora, ficou claro que era a alternativa mais prática. Você não perde tempo algum, escolhendo formato, nome, pasta etc., — embora, mais tarde, precise pegar uma tonelada de arquivos, abrir um-por-um para lembrar do que se trata, e sair transferindo para pastas específicas, com nomes relevantes. Quanto mais demorar a fazer isso, maior o caos.

Outro problema é que os nomes dos arquivos são quilométricos, além de redundantes. Por exemplo:

  • “Captura de tela de 2016-01-30 17:35:51.png” (no Linux Mint Cinnamon)
  • “2016-02-05-203905_1280x1024_scrot.png” (no Lubuntu Xenial)

Não vejo utilidade em acumular milhares de repetições de “Captura de tela de”, ou milhares de repetições de “1280x1024 scrot”, — que só servem para entulhar um espaço precioso, na janela do gerenciador de arquivos.

Além disso, arquivos contendo “:” (dois-pontos) no nome não podem ser transferidos para as partições FAT, — onde concentro todo o trabalho, para não liquidar de vez a “usabilidade” do Windows.

O Nemo, — gerenciador de arquivos padrão do Linux Mint Cinnamon, — até faz essa transferência sem problemas, substituindo automaticamente “:” por “_” (sublinhado), e a princípio você pode nem perceber. Mas a coisa complica quando você aciona o LuckyBackup, por exemplo. Numa direção, eles simplesmente duplicará todos os arquivos (uns com dois-pontos, outros com sublinhado). Na direção oposta, dá tranco, e você é arrancado do assunto em que se concentrava, para decifrar mais esse enigma.

Se você usa o Dolphin, Konqueror ou outro gerenciador de arquivos, nada feito. Bate com o nariz na parede.

gnome-screenshot


Procurei descobrir onde se esconde a configuração do “Captura de tela” do Linux Mint Cinnamon, e não consegui, até hoje. Aliás, não consegui, sequer, descobrir que aplicativo é aquele, chamado pela tecla PrtScn. Graças à mania do Linux Mint Cinnamon de ocultar o nome dos aplicativos, o Nemo, por exemplo, aparece com o nome “Arquivos” (é preciso abrir “Ajuda”, “Sobre” etc, para saber que aplicativo é aquele). Mas se você pede uma captura de tela pelo Menu, abre-se um diálogo com o nome “Capturar a imagem da tela”, sem direito a “Ajuda”, nem “Sobre”, nem “Preferências”, nem nada.

A busca no Google não é facilitada, já que tudo, na internet, sempre contém “print”, “snapshot” etc., — tenha ou não tenha relação com o assunto.

Disso tudo, só consegui apurar uma “suspeita”, — até hoje não confirmada, — de que, por trás da tecla PrtScn, no Linux Mint Cinnamon 17.3, quem trabalha é o “gnome-screenshot”.

Sobre ele, descobri que desde 31 Jul. 2011, — pelo menos, — os usuários registram uma “requisição” (ou lacuna), por não ser configurável, para eliminar os “:” que o FAT não aceita em nomes de arquivo. Um ano atrás (28 Jan. 2015), esse “bug” foi resolvido, pela alteração de 1 linha no código-fonte. Só que o Linux Mint 17.3 Cinnamon, baixado um ano depois (15 Jan. 2016), ainda não incorpora esse avanço.

Em tempo: — Tampouco encontrei possibilidade de configurar o Ksnapshot para pular o diálogo e gravar os arquivos diretamente, com nome automático.

Desse confronto de alternativas desencontradas, acabei me fixando em 4 parâmetros:

  1. Prefiro a solução do Ubuntu / Mint Cinnamon, de salvar as capturas diretamente em arquivo;
  2. Prefiro a solução de nomear os arquivos (automaticamente) por data e hora;
  3. Precisava de controle sobre os nomes de arquivo, para eliminar o que é repetitivo;
  4. Precisava de controle sobre os nomes de arquivo, para mantê-los compatíveis com FAT.

É claro que só pude chegar a esses “parâmetros”, porque as soluções estavam disponíveis, — sei lá há quantos anos; — e apenas foram aparecendo aqui ou ali, enquanto procurava (sem sucesso) alternativas que talvez nem existam.

Gadwin PrintScreen (Windows)


Para o Windows XP, fui encontrar essa possibilidade no Gadwin PrintScreen 5.4 freeware (para uso pessoal), — baixado diretamente do site da Gadwin Systems, — que roda em Windows XP, além do 2008, Vista, Windows 7, Windows 8.x, e Windows Server 2012.

Por default, abre uma janela onde exibe a captura realizada; mas você pode desativar essa função. Mantenha a opção de minimizar para a barra inferior do Windows (system tray), assim terá sempre um acesso rápido às Preferências e outras opções que não adotou no primeiro momento. E não esqueça de deixar marcada a opção de carregar na inicialização do sistema (Run at startup).

Gadwin PrintScreen: desmarcando Preview e Clipboard. Salvar como PNG, Nome automático

Salvo engano, — não documentei rigorosamente, — os primeiros prints seriam salvos com nomes tipo “My Screenshot 03-03-16_12.14 PM.PNG”. Se você faz outros, dentro do mesmo minuto, ele já acrescenta uma numeração automática no final: “03-03-16_12.14 PM 001.PNG”.

Eliminei da configuração esse repetitivo “My screenshot”; passei o ano (com 4 dígitos) para o início do nome; horário de 24h para eliminar o AM / PM; e incluí os segundos para dispensar a numeração extra:

%Y-%m-%d_%H-%M-%S

Como o velho Windows XP era onde o PrtScn tomava mais tempo do dia-a-dia, acabou sendo o que solucionei primeiro, — e não levou nem meia hora: baixei o MSI 32-bit às 12:07; e os prints indicam que a configuração foi feita das 12:10 às 12:30.

As principais configurações: (A) em Preferences, marquei “Run at startup”; (B) em Hotkeys ele já propôs PrtScn para tela inteira, Shift-PrtScn para a janela em foco e Ctrl-PrtScn para área retangular a ser escolhida; (D) em Post-capture actions, desmarquei “Preview” e “Copy to clipboard”, marquei “Save capture to file”, escolhi a Pasta e editei o “File name template”.

Shutter Screenshot Tool (Kubuntu)


Já tive o Shutter instalado em algum Linux, há alguns anos, mas penso que não veio por default. Na época, não me dei conta do seu potencial, e acabei me fixando no Ksnapshot.

Configuração do Shutter no Kubuntu: formato de arquivo, nome, pasta, (não) copiar a imagem para a memória

Agora, comecei pelo Kubuntu, — bastou abrir o Synaptic, digitar “shutter”, selecionar, baixar, instalar, — e a configuração foi tão simples, que fiz poucos prints. Às 22:44 ainda usei o Ksnapshot para registrar a configuração do Shutter. Às 22:54, já tinha configurado o teclado para substituir o Ksnapshot pelo Shutter no PrtScn.

A codificação usada para nomear automaticamente os arquivos foi exatamente a mesma usada no Gadwin, — para não perder tempo, abri o print do Windows e fui olhando e digitando igual:

%Y-%m-%d_%H-%M-%S

Configuração do Shutter: iniciar com o início da sessão; e não exibir janela após a captura

Em “Comportamento”, marquei “Iniciar o Shutter ao autenticar-se” e desmarquei “Apresentar a janela principal após a captura”.

Configurar tecla PrtScn para acionar o Shutter no Kubuntu

Para atribuir a tecla PrtScn, vá em Configurações do sistema → Aparência e comportamento comuns → Atalhos e gestosAtalhos personalizados.

Na área branca abaixo de “Exemplos”, clique com o botão direito e selecione “Novo → Atalho → Comando”. (New → Global shortcut → Command / URL). Dê a ele o nome “Shutter” (para não esquecer); e preencha “Comando / URL” com “shutter -f”.

Ao Ativar → (pressionar) PrtScn, aparecerá um aviso de que PrtScn já está atribuído, e você confirma que deseja substituir: — Atribuir a tecla ao novo atalho.

Shutter Screenshot Tool (Mint Cinnamon)


Com pequenas variações, é o mesmo caminho para o Linux Mint Cinnamon.

Mas, por ser do ambiente Gnome, o Shutter precisou instalar 48 pacotes para funcionar no Kubuntu (KDE), — e apenas 19 para rodar no Linux Mint Cinnamon.

Configurações (Preferências) do Shutter no Linux Mint Cinnamon: salvar, arquivo, tipo, nome, pasta

Na aba “Main” das Preferências do Shutter, você escolhe se a captura de tela será salva automaticamente, ou se primeiro perguntará em qual pasta; se copia ou não para a área de transferência; se aguarda 10 segundos antes da captura, — útil, talvez, para flagrar um Menu fujão ou uma dica volátil, — e assim por diante.

Eis (acima), lado a lado, a configuração padrão e a configuração que escolhi para começar, — pasta “Imagens”, nome “Ano-mês-dia_Hora-Minuto-Segundo”, formato PNG, sem demora e sem armazenar a captura na memória.

Na aba “Comportamento”, apenas marquei “Iniciar o Shutter ao autenticar-se” e desmarquei “Apresentar a janela após a captura”.

Atribuindo a tecla PrtScn ao Shutter no Linux Mint Cinnamon

Atribuir ao Shutter a tecla PrtScn, no Mint Cinnamon, é um pouco diferente: — em Configurações do sistema, vá diretamente à seção Hardware → Teclado → Atalhos → Atalhos personalizados → Adicionar atalho personalizado.

Abre-se um pequeno diálogo, onde você preenche o nome do novo atalho (pode ser “Shutter”), o comando shutter -f, e clica em Adicionar.

Atribuindo a tecla PrtScn ao Shutter no Linux Mint Cinnamon

Por fim, selecione a primeira das “Ligações de teclado”, — ainda “Não atribuída”, — e aperte PrtScn, para receber o aviso de que ela já está atribuída; e a pergunta, se deseja mesmo transferi-la para o Shutter. É só confirmar.

Atualização


13 Mar. 2016: — Após alguns dias de uso regular da “padronização” descrita acima, concluí que ela ainda estava incompleta.

1) Ao invés de gravar as capturas de tela em 3 partições diferentes, é muito mais prático gravá-las em uma única pasta, — na partição de documentos do Windows (FAT), — conforme mostrado lá no alto.

Para isso, acrescentei um pequeno identificador no final dos nomes automáticos dos arquivos:

  • _K” para identificar os prints de tela do Kubuntu
  • _M” para identificar os prints de tela do Linux Mint
  • _W” para identificar os prints de tela do Windows

A escolha de uma pasta comum não apresentou dificuldade alguma para o Shutter, instalado no Kubuntu e no Linux Mint.

Infelizmente, o Gadwin PrintScreen 5.4 freeware parece não dar a mesma liberdade: — Você pode escolher apenas entre 2 pastas que são oferecidas por default. Ao clicar em “Browse”, para escolher outra, nada acontece.

Como é cada vez mais raro usar o Windows, optei por não investir mais tempo nisso.

2) Experimentei salvar os prints de tela em JPEG, qualidade / compressão 80, e verifiquei que os arquivos oscilam entre 200 e 300 KB, — contra 400 KB a 1,8 MB no formato PNG.

Parece haver alguma perda de qualidade, — ou será impressão minha?, — por isso vou experimentar por mais algum tempo.

Fontes


A própria página do projeto Shutter ensina como torná-lo default no Gnome / Unity, no KDE, no Xfce e no Lxde; e num comentário um visitante acrescentou a lição para o Linux Mint Cinnamon.

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.